O Amor de Um CEO romance Capítulo 35

Leia O Amor de Um CEO Capítulo Treze - Ana e Matteo HOJE

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Novela O Amor de Um CEO Capítulo Treze - Ana e Matteo
Novela O Amor de Um CEO de Internet

Parte 1...

Matteo

Eu achei engraçado quando ela disse que nunca comeu um hamburguer, mas aí me lembrei de que o Sandro disse que ela tinha problemas financeiros. Vai ver era por isso.

Posso até ser meio idiota às vezes, mas eu sei bem que coisas simples e comuns para mim, não são da mesma forma para outras pessoas. Aliás, para a maioria das pessoas.

Abri o aplicativo e pedi dois combos completos para nós dois. Ouvi o interfone tocando.

— Pode atender pra mim, por favor? - apontei para o interfone.

Ela levantou e foi atender. Achei engraçado que ela atendeu como se estivesse na empresa.

— Hã... Residência do senhor Firenze - olhou para mim — Os dois estão lá embaixo.

— Diga que subam - fiz uma careta irônica e gesticulei, abanando a mão — É meio óbvio, não é?

— Ele disse para vocês subirem.

Ela desligou e voltou a sentar.

— Pronto, daqui a pouco já vamos poder comer seu hamburguer.

— Obrigada.

Reparei que ela tem uma covinha no queixo. Como não reparei nisso antes? O cabelo dela não é muito comprido e vi que tem um corte comum.

Mas que merda é essa? Eu agora estou avaliando a aparência dela?

Ouvi a campainha e foi bom porque fui atender e mudei o pensamento. Abri a porta da cozinha mesmo e os dois entraram. Falaram com Ana e sentaram. Otávio deixou a pasta em cima da bancada.

— E então, vocês já começaram a acertar as coisas? - ele perguntou.

— Não - ela respondeu.

— Na verdade, pouco conversamos - respondi — Ainda não me habituei a essa ideia.

— E nem eu - ela disse logo.

— É, só que vocês vão ter que se habituar e logo - Sandro disse — O tempo da leitura se aproxima.

— Eu sei - coçei a testa — E o Lucas quer que eu vá jantar na casa dele, nesse sábado. Falei que iria e que levaria comigo a minha noiva - ela arregalou os olhos — O que? - dei de ombros — Temos que começar a fingir e vai ser bom que seja na casa dele.

— E quem disse que eu posso ir?

Eu franzi a testa. Como não pode? Eu preciso que vá comigo.

— E como não vai, se a mentira gira em torno disso?

— Eu não tenho roupa para ir em casa de gente rica.

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