POV/ CLARA
Comecei a me mexer, flexionando os quadris para frente e para trás, sentindo cada centímetro dele se enterrando em mim enquanto meu clitóris friccionava contra a base do seu pau. O prazer era tão denso que eu mal percebi quando ele quebrou a regra; usou a força dos braços ainda meio presos pela fita para guiar meus movimentos, as mãos grandes apertando minha cintura com força, me puxando para baixo para que eu recebesse cada estocada com mais profundidade.
— Você não pode mexer as mãos! — protestei, arquejando, a cabeça jogada para trás.
— Então me pune... — ele rosnou, a voz vibrando dentro do meu útero. — Me pune por ser incapaz de não te tocar, Clara.
Em um movimento rápido e animal, ele usou os dentes para puxar a alça do meu vestido. Um dos meus seios saltou, e ele o abocanhou com uma fome selvagem, sugando e mordendo o bico enquanto eu cavalgava sobre ele como uma maluca sedenta. Eu era uma viciada e ele era a minha droga.
— Ai meu Deus... Adrian... — eu gritava, meu corpo entrando em espasmos. — Ai meu Deus!
O clímax me atingiu como uma explosão de granada. Gritei o nome dele, enquanto sentia o jato quente e espesso do gozo dele me inundar por dentro, um rio de fogo que parecia chegar até o meu útero, enquanto eu desmanchava sobre o peito dele, sem forças até para respirar.
Ele acariciou meus cabelos, beijando o topo da minha cabeça, e sussurrou repetidas vezes:
— Eu te amo. Eu te amo... demais.
— Eu duvido — disse para provocá-lo. Talvez, no fundo, eu só estivesse tentando entender a verdade. Porque um homem como ele e rico iria me querer.?
Mas antes que eu pudesse processar o pós-gozo, o "Adrian gentil" desapareceu. Ele me pegou no colo — ainda conectado a mim — e me jogou no sofá com uma brutalidade controlada, abrindo minhas pernas e se ajoelhando entre elas em um segundo.
— Isso é contra as regras! — tentei dizer, mas minha voz não tinha autoridade nenhuma.
Caralho. Que homem gostoso.
Meus gemidos ecoavam pelo apartamento inteiro. E foi naquele beijo, naquela pegada firme que me prendia contra o sofá, que o estalo aconteceu. O gosto, a pressão, o jeito que ele dominava a minha língua e como ele me reivindicava... era idêntico. A sensação de perigo, a nota sensorial... era a mesma do Imperador.
Uma suspeita terrível e excitante começou a queimar no fundo da minha mente. Porque diabos eu estava pensando em outro homem. Talvez porque o Adrian que eu conhecia era gentil. E esse agora parecia uma fera faminta me devorando.
Ele me virou de quatro no sofá com uma agilidade que me deixou tonta, as mãos grandes grampeando meus quadris com força. Antes que eu pudesse respirar, ele desferiu um tapa estalado na minha bunda. O som ecoou na sala e a marca vermelha surgiu instantaneamente na minha pele clara, queimando como fogo. No segundo seguinte, ele entrou em mim com uma estocada única, profunda e possessiva.
O impacto foi tão forte que perdi os sentidos por um milésimo de segundo. Ele batia contra mim com um ritmo animal, e eu gritava contra a almofada do sofá, abafando o som da minha própria perdição. Ele me deu outro tapa, e mais um, rítmicos e pesados.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido