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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 196

PARA quem queria mais da ISADORA. Espero que gostem não é bem...bem... um capítulo e tal..mas... e o capítulo é a cena é o....... descubram.... Enfim vocês vão descobrir assim que lerem. Se gostar. ME avise trago outros pelo o ponto de vista dela. E talvez do Mathew. Valeu.

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(POV ISADORA)

Sempre me orgulhei de ser o tipo de mulher que os homens desejam, mas nunca possuem. No mundo onde eu vivo, sentimentos são um luxo que eu não posso pagar. Comecei no clube por baixo, literalmente. Passei um ano inteiro escondida atrás de uma tela fazendo websexo e limpando a sujeira que sobrava das festas. Eu era tímida, tinha medo da própria sombra, até que percebi que a vergonha não pagava minhas contas.

Decidi mudar o jogo. Deixei a timidez no vestiário e me transformei em uma performance. Fazia covers artísticos e, com o tempo, aceitei o papel de sommelier emprestava meu corpo como um instrumento de prazer, sem consumação, apenas um negócio direto e limpo. Eu vi de tudo. Conheci homens poderosos, patéticos e cruéis. Às vezes eu transava com alguns clientes porque eu queria mais eu recebia e ia embora. Sem mensagens no dia seguinte, sem "saudade". O sexo era apenas uma função biológica, como respirar. E eu particularmente gostava bastante disso.

Até que o furacão Adrian entrou na vida da Clara.

Quando descobri que o "Imperador" era o chefe dela, achei que ele fosse apenas mais um predador. Mas aí veio o primeiro sequestro quando o próprio pai da Clara a levou. No meio daquela confusão toda com a polícia correndo e o Adrian prestes a explodir o mundo, um homem me parou.

Mathew.

Ele não me olhou como os homens do clube olham. Não havia luxúria imediata ou aquele julgamento barato. Ele tinha uma serenidade que me deixou desconfortável. Eu estava tendo um ataque de pânico, tremendo como uma vara verde, e ele simplesmente apareceu com um copo de água.

— Beba. Você precisa se acalmar — ele disse, a voz sendo a única coisa estável naquele lugar.

— Eu não estou com sede — rebati, tentando manter minha pose de mulher inabalável.

Ele não discutiu. Apenas tirou o casaco e o colocou sobre meus ombros. Eu tentei recusar, disse que não era frio, que era apenas o meu corpo reagindo, mas ele me ignorou com uma fidalguia que me deu ódio. Ele foi um cavalheiro quando eu estava acostumada apenas com lobos.

Depois veio o sequestro pelo Azazel. O medo era real e lá estava o Mathew de novo. O braço direito do Adrian, o soldado que não piscava e quase não tinha feições.

Eu não contei para a Clara. Como eu explicaria que eu, a Isadora "desapegada", estava stalkeando as redes sociais de um segurança/ socio? Eu descobri tudo: a disciplina dele, o fato de ele ser culto, sério e totalmente fora do meu alcance. Durante a viagem para Goiânia, eu tentei "limpar" ele do meu sistema. Fiquei com outros homens, tentei as mesmas táticas de sempre, mas nenhum deles tinha aquele olhar firme e protetor.

Era uma obsessão esquisita. Eu estou acostumada com homens que querem meu corpo. O Mathew parecia não querer. Ele me deixava vulnerável, e eu odiava isso.

Por isso, quando a Clara chamou para a viagem em Balneário, eu soube que era o meu xeque-mate. Eu não queria mais apenas olhar. Eu queria testar se aquele autocontrole dele era real ou se ele era apenas um homem como todos os outros, esperando para ser domado.

Eu já estava acostumada a ser o centro das atenções. No clube, ou até andando na rua, os olhares masculinos eram como holofotes: óbvios, famintos e, muitas vezes, vulgares. Mas o Mathew... o Mathew era um enigma.

Durante a viagem para Balneário, fomos no carro de trás. Eu estava usando um vestido preto com uma fenda que, em qualquer outro homem, causaria um torcicolo. Mas ele não olhou. Nem uma vez. Ele mantinha os olhos fixos na estrada ou na paisagem, com uma neutralidade que começou a me irritar profundamente.

Será que eu fiquei invisível ou esse homem é feito de gelo?

Quando paramos no posto, o contraste foi imediato. Os outros seguranças e até os caminhoneiros me devoraram com os olhos enquanto eu esticava as pernas. O Mathew apenas desceu, focado na segurança. Quando ele voltou da conveniência, trouxe uma Coca Zero e um chocolate diet.

— Aqui — ele disse, estendendo para mim.

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