POV/ ISADORA
. Eu estava exausta, mas a adrenalina ainda corria nas minhas veias.
Fui me trocar, pegando o biquíni que tinha separado. Enquanto eu subia a calcinha e ajustava o sutiã, senti o olhar do Mathew em mim. Ele estava encostado na parede, observando cada movimento meu com uma intensidade que dizia que, se dependesse dele, a gente não sairia daquele quarto nunca. Eu já sabia o que vinha a seguir. A Isadora "profissional" sabia ler os sinais, mas a Isadora mulher estava ansiosa por aquilo.
Não esperei ele vir até mim. Ajoelhei-me no chão e caminhei sobre os joelhos até onde ele estava. Eu sempre gostei das reações que causava, do poder de ver um homem forte perder a linha por minha causa. Comecei a servi-lo engoli o membro dele com a boca, usando cada técnica que eu conhecia, mas o Mathew não queria apenas carinho.
Ele segurou minha cabeça com força, os dedos enterrados no meu cabelo, e começou a foder minha boca sem pena. Foi bruto, direto, num ritmo que me fazia engasgar repetidas vezes. Meus olhos ardiam, as lágrimas de reflexo começaram a escorrer e senti a saliva escorrer pelo canto da boca, mas eu não recuei. Eu não queria que ele parasse.
— É melhor aguentar, Isadora — ele rosnou, a voz falhando pelo prazer — porque eu não vou parar.
Eu não conseguia responder, então apenas me entreguei. Ele puxava minha cabeça, levando o membro até o fundo da minha garganta. Eu tentava respirar pelo nariz, sentindo que estava no meu limite absoluto, mas ele voltava de novo, e de novo, e de novo. Era uma entrega total. Quando ele finalmente relaxou a pressão na minha cabeça, eu continuei sentindo minha garganta pulsar a cada movimento.
Eu queria mais. Queria que ele me jogasse na cama e me comesse de novo até eu não conseguir andar, mas o tempo estava contra nós.
— Cacete... eu vou gozar — ele sibilou, os músculos das coxas tensos.
Eu parei por um segundo, olhando para cima, mas ele não me deixou afastar.
— Não para — ele ordenou.
— Eu quero que você goze na minha boca, Mathew — murmurei, desafiadora.
Ele não hesitou. Segurou meu rosto com as duas mãos e se entregou. Como já tínhamos passado a noite inteira naquela maratona, não foi aquela enxurrada de antes, mas foi o suficiente para eu sentir o gosto dele e a satisfação de ter dominado, por alguns minutos.
Limpei o canto da boca com o polegar, olhando para ele com um sorriso vitorioso enquanto ele tentava recuperar o fôlego.
Eu achei que o boquete seria o fim, mas o Mathew não estava nem perto de se dar por satisfeito. Quando tentei levantar-se do chão, ele segurou meu cabelo com uma força bruta, puxando minha cabeça para trás e me obrigando a olhar para ele. Em um movimento rápido, ele me jogou na cama, me fazendo ficar de quatro em um segundo.
Ele afastou o tecido do meu biquíni para o lado com impaciência.
— A camisinha... — ele começou a dizer, a voz falhando.
— Não precisa — respondi, arqueando as costas, o lençol já apertado entre meus dedos. — Agora, Mathew.
Ele passou o dedo pela minha entrada, certificando-se de que eu estava pronta, mas o que ele queria era mais. Ele roçou a ponta do membro na entrada do meu ânus, pressionando, testando meus limites.
— Cacete... — ele sibilou.
E então, ele entrou na minha boceta. Sem aviso, com uma força que me jogou para frente. Eu soltei um grito abafado no travesseiro quando senti aquela invasão intensa, que queimava e preenchia cada centímetro meu. Ele me puxava pela cintura e pelo cabelo, ditando um ritmo violento que fazia minha visão embaçar. Eram choques de prazer e dor que me deixavam completamente fora de órbita.
— Abre mais... eu quero tudo — ele rosnou no meu ouvido, apertando meus seios por baixo com as mãos grandes. — Você é gostosa demais, caralho. Eu estou viciado em você.
Eu rebolava contra ele, entregue àquela fúria. Quando ele me soltou, achei que tinha acabado, mas o Mathew desceu o rosto e me chupou ali mesmo, enquanto enfiava os dedos na minha frente e depois no meu anus. Eu estava perdendo os sentidos.
— Pode comer... — sussurrei, sem fôlego.
Ele não esperou. Ele me possuiu por trás com uma fúria renovada, estocando fundo até eu sentir que não havia mais espaço para nada dentro de mim. Enquanto me comia, ele levava a mão até o meu clitóris, massageando-me com rapidez. Eu explodi em um orgulho que fez minhas pernas fraquejarem, e senti quando ele finalmente chegou ao limite, retirando-se no último segundo para gozar sobre a cama, evitando sujar o meu biquíni.
Caí no colchão, o peito subindo e descendo, o corpo tremendo.
— Mas que porra foi essa... — murmurei, ainda tentando entender onde eu estava.
Mathew desabou ao meu lado, também ofegante. Ficamos em silêncio por um minuto, até que ele se virou para mim e soltou a bomba:

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido