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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 209

POV/ ADRIAN

Ergui-a do chão com uma força bruta, sentindo o peso do seu corpo exausto, e a joguei sobre os lençóis brancos da cama monumental. O contraste da pele dela, marcada e suada, contra o linho impecável, era a imagem da minha vitória. Forcei suas pernas a se abrirem ao máximo, expondo toda a sua vulnerabilidade sob a luz carmim que transformava sua pele em mármore vivo.

Abaixei-me entre suas coxas e a possuí com a língua, mergulhando na sua umidade excessiva. Ela estava ensopada, um rastro de luxúria que brilhava sob o LED. Ela está desfeita por mim, e ainda assim parece ter sede de mais. Enfiei meus dedos nela, lambuzando-os no seu calor enquanto sentia cada fibra do seu corpo pulsar contra a minha mão em um ritmo caótico de contrações.

Subi sobre ela, posicionando-me no "papai e mamãe" clássico, mas com a violência de um predador. Entrei com uma estocada única e possessiva, tão profunda que o som do impacto da minha pelve contra a dela ecoou como um tapa seco no quarto. Ela arqueou as costas violentamente, soltando um grito rouco que as paredes acústicas abafaram, mas que vibrou dentro dos meus ossos.

Comecei um ritmo frenético, rápido e impiedoso. Eu sabia que ela sentiria dores amanhã, que seu corpo ficaria marcado pela intensidade do meu domínio, mas eu não me importava. Eu precisava que ela estivesse marcada por dentro também. Tive que desviar meus pensamentos, focar na estrutura do meu império, em negócios escusos... qualquer coisa que me impedisse de chegar ao meu próprio limite antes da hora. Eu sou o Imperador; eu decido o fim.

— Adrian! Por favor... Adrian! — ela gritou meu nome, o corpo em espasmos, o ápice a poucos segundos de distância.

Parei bruscamente. Mantive-me enterrado nela, mas estático. O silêncio que se seguiu foi torturante. Ela me olhou com os olhos nublados, implorando pelo alívio que eu tinha acabado de roubar. Segurei o rosto dela com as duas mãos, obrigando-a a me encarar no fundo da alma.

— Casa comigo, Clara — ordenei. Minha voz era um decreto que não aceitava contestação.

Ela respirou fundo, tentando recuperar o oxigênio, e o brilho de rebeldia que eu tanto amava e odiava brilhou em suas pupilas.

— Não — ela sussurrou, desafiando o homem que acabara de possuí-la.

Sorri, um gesto sombrio. A resistência dela é o meu banquete favorito. Com um movimento brusco, eu a virei na cama, ignorando seus protestos fracos.

Ela era a visão mais linda que eu já tinha contemplado. Parecia uma deusa que acabara de sobreviver a um sacrifício. E o altar era eu.

— Casa comigo, Clara — pedi pela terceira vez, a voz rouca, carregada de uma vulnerabilidade que só ela conhecia. Puxei seu corpo para perto do meu, o calor da pele dela fundindo-se à minha.

Ela soltou uma risadinha fraca, os olhos quase fechando de pura exaustão, mas o espírito continuava intacto.

— Não... — ela murmurou, a voz sumindo no travesseiro. — Eu não quero me casar com um maluco.

Sorri contra o ombro dela, sentindo o cheiro de suor e o perfume de frutas vermelhas que agora parecia impregnado em meus próprios poros. Ela pode dizer não agora, mas nós dois sabíamos que seu destino fora selado no instante em que entrei em sua vida. Eu a faria aceitar, de um jeito ou de outro. No meu mundo, o "não" dela é apenas uma sugestão que eu escolho ignorar.

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