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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 21

Pov Adrian

Levantei-me da cama no mesmo segundo.

Toquei na tela, abri a localização automática do. A bolinha azul piscou, instável. Ela estava a alguns quilômetros dali. Num bairro que eu sabia que não era seguro à noite.

Aquilo não era problema meu. Devia ignorar

Mas meu corpo… meu corpo se moveu antes de qualquer pensamento.

Peguei o casaco, a arma e a chave SUV.

E saí de casa com um único pensamento:

Se alguém tocou nela… eu mato.

O segurança quis me seguir, mas disse que não precisava entrei no carro e segui a localização que o sistema mandou. Um bairro de bares, vielas, faróis quebrados. Estacionei em frente ao local indicado um bar de esquina, luz fraca, cheiro de cerveja derramada e fritura velha.

Desci. Entrei.

— Uma garota — perguntei direto à bartender. — Cabelo castanho, pele clara, olhos… esverdeados. Veio com outra mulher eu acho.

A bartender franziu o cenho.

— Duas amigas eu vi, sim. Uma foi embora a loira e a outra… tinha luzes vermelhas no cabelo. Certo?

Meu coração falhou um segundo.

Luzes vermelhas?

Clara não tinha isso… até ontem.

— Não sei pode ser ela — sibilei e mostrei a foto ¾ do contrato.

— Uma saiu mais cedo a outra estava mal, e Saiu por aquela porta — apontou. — Com um rapaz loiro bonito pensei que fossem namorados eles estavam se pegando.

Minha respiração cessou.

Preocupação, raiva, ódio, ciúmes. Que eu porra estava sentido?.

O chão pareceu se afastar debaixo dos meus pés.

Precisei escorar na borda de mármore do balcão, apertei com tanta força que as pedras rangeram.

— Senhor… está tudo bem? — a bartender perguntou.

Eu não respondi.

Saí do bar quase correndo, o coração martelando, descompassado, incômodado. Meu organismo inteiro entrou naquele estado predatório que eu não sentia há anos: frio, preciso, violento.

— Clara! — gritei na calçada. — CLARA!

Nada.

O barulho dos carros, das motocicletas, vozes bêbadas… nenhum sinal dela.

Continuei andando, cada vez mais rápido, seguindo o GPS que oscilava, a localização dela se movia lentamente.

Foi então que ouvi.

Um som abafado. Um soluço. Depois um grito fraco.

Vinha de um beco à esquerda. E lá estava.

Clara, contra a parede, se debatendo enquanto um desgraçado com cabelo loiro sujo passava a mão nela, levantando o vestido.

Meu corpo agiu antes da consciência.

Mas que desgraçado.

Eu não vou deixá-lo tocar nela antes de mim.

E muito menos depois.

Corri.

Ele virou a cabeça quando ouviu meus passos, mas já era tarde: meu punho encontrou o rosto dele com força suficiente para quebrar dois dentes. Ele voou para trás, e eu segui e dei outro. E mais outro e outro.

— Liga para polícia! — gritei para um casal que assistia, chocado. — AGORA!

Fui até Clara. Ela estava escorregando pela parede, a respiração curta, os olhos vermelhos, vidrados.

— Clara… — toquei o ombro dela. — Ei, olha para mim.

Ela tentou focar, mas as pupilas estavam dilatadas.

— T-tá tudo… tudo rodando… — murmurou.

Caiu para frente, direto contra meu peito. Segurei antes que batesse no chão.

A mão dela tremia. A respiração era fraca.

Droga.

Boa-noite-Cinderela.

— Espera aqui um minuto — pedi, mesmo sabendo que ela não conseguia responder.

Levantei a cabeça devagar… e olhei para o filho da puta que tinha encostado nela.

Ele tentou se erguer.

Eu o arrastei pelo colarinho, puxando pelos cabelos, ignorando quando ele gemia ou suplicava.

Empurrei o rosto dele contra a borda metálica da lixeira do beco.

— Você tentou machucar ela. — minha voz estava tão fria que nem parecia humana. — Quis tocar no que não é seu.

Ele balbuciou algo, mas eu enfiei o rosto dele dentro da lata de lixo.

CAP. 21- A babá é o gatilho da ruína do Imperador. 1

CAP. 21- A babá é o gatilho da ruína do Imperador. 2

CAP. 21- A babá é o gatilho da ruína do Imperador. 3

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