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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 222

POV ADRIAN

A viagem para Santa Catarina tinha me transformado. Se alguém me dissesse, meses atrás, que o Imperador de Porto Alegre se sentiria o homem mais completo do planeta apenas por observar uma mulher sorrir sob o sol, eu teria rido da piada. Mas a verdade é que eu estava em paz. Clara não era apenas meu vício; ela era minha cura.

Quando voltamos para a mansão, o desejo que tínhamos acumulado explodiu como uma supernova. Parecíamos dois adolescentes fora de controle, dois coelhos em uma rotina de luxúria que não respeitava cômodos ou horários. Eu a possuí em todos os lugares que minha mente doentia imaginou. No mármore gelado da cozinha, entre os documentos de milhões no meu escritório, até no gramado do jardim sob o risco constante de sermos pegos, o que de fato quase aconteceu. Eu não conseguia me saciar. Cada vez que eu entrava nela, era como se eu estivesse flutuando, completamente satisfeito.

Foi nesse estado de euforia que tomei a decisão: o Ambrosia Club não tinha mais espaço na minha vida. Eu não precisava mais daquele submundo para me sentir vivo; eu tinha a Clara. Fechei a venda por uma bagatela de 3 milhões de dólares para um grupo árabe. Um valor simbólico diante do império que eu construí, mas o suficiente para encerrar aquele capítulo com dignidade.

O aniversário dela, 15 de novembro, estava chegando, e eu queria cobri-la de ouro. Tentei comprar carros esporte, joias que fariam rainhas chorarem e um guarda-roupa que ocuparia uma ala inteira da casa. Mas ela, com aquela simplicidade que me desarmava, recusou tudo.

— Eu só quero você, Adrian. — ela disse.

Aquelas palavras foram o meu xeque-mate. Se ela queria a mim, ela teria a minha versão mais crua. Se ela queria o homem por trás do terno, eu entregaria o mestre por trás das sombras. Comecei a planejar uma noite excepcional no dia da venda do clube, que cairia exatamente no aniversário dela.

Eu marcaria a vida daquela mulher para sempre. O Ambrosia seria o palco da nossa despedida do passado e o batismo dela no meu mundo. Ela acha que me conhece, mas naquela noite, eu vou mostrar para a Clara que pertencer a um homem como eu tem um preço. E eu pretendo cobrar cada centavo em prazer e submissão.

Dia 14 A festa no Ambrosia era um mal necessário, um aperto de mãos final para selar o fim de uma era. Enquanto eu circulava com o champanhe de três mil dólares na mão, fechando os últimos detalhes da venda, eu sentia o peso do celular no meu bolso. Cada toque na tela era uma mensagem direta para o corpo da Clara, e ver as reações dela do outro lado do salão, tentando manter a compostura enquanto eu a incendiava por dentro, era o meu maior entretenimento.

Foi quando algumas sombras do passado resolveram dar as caras. Algumas das modelos e garotas que costumavam frequentar o clube kiwi, Uva, e outras magrelas, artificiais, cobertas de maquiagem e perfumes caros, que nem lembrava mais o nome. Elas se aproximaram com aquele ar de superioridade que sempre me entediou.

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