Pov Adrian
Aproximei-me dela. Seu cabelo, amarrado em um rabo de cavalo, estava jogado para o lado. Eu a peguei pela nuca exposta, a carne do corpo dela parecia esperar. Usei a força nos braços e dei uma leve sacudida; ela permaneceu calada. Passei a mão explorando a textura do corpo dela, beijei o pescoço e mordi leve. Senti a pele dela arrepiar sob meus beijos. Apertei seu pescoço até perceber que ela estava sem ar. Ela riu, não reclamou. Apertei de novo.
— Isso… Dói? — perguntei, sentindo a voz sair rouca, áspera.
— É a dor que eu mereço, imperador — sussurrou.
Eu só queria carne. Queria contato. Queria destravar o corpo. Queria enterrar toda a obsessão que eu sentia em alguém.
Empurrei seu corpo para trás com a palma da mão com força calculada para tirar o ar dela sem machucar. Tirei o paletó devagar, olhando para ela como um predador avalia a presa. Subi na cama. Minhas mãos deslizaram pelas coxas dela, abrindo-as, empurrando a carne para o centro do colchão. Eleonora arfou quando prendi os braços com as algemas que estava na cama.
— Você está… tenso.
— Você não faz ideia.
Caminhei até o armário e peguei o separador de pernas. A peça, feita de couro escuro e metal, era pesada. Prendi as algemas macias nos tornozelos dela e ajustei a barra central, forçando as pernas de Eleonora a se abrirem em um ângulo exagerado e vulnerável. Dedilhei o corpo dela a provocando.
Ela gemeu, mas o som era de antecipação.
Eu me inclinei sobre ela, sentindo o calor subindo da sua pele exposta. Sua vulnerabilidade ali, forçada, deveria me satisfazer. Deslizei meus dedos pela calcinha sentindo a umidade e o calor.
Eleonora era fácil. E a facilidade dela apenas inflamava a frustração que eu sentia por não ter o que eu realmente desejava.
Inclinei o rosto. Não era um beijo comum, o que eu buscava, era posse. Apertei o queixo dela, firme, o controle imediato fazendo sua garganta vibrar sob meus dedos encostei a língua nos lábios dela.
Eu peguei os prendedores de seio. Sem aviso, mordisquei o lóbulo da orelha, um toque que era quase uma mordida, e Eleonora gemeu. Rasguei o sutiã desfazendo o tecido que separava a seda da pele.
— Hoje eu não vim para brincar — murmurei, a voz rouca. — Entendeu?
— Entendi…
Com as mãos, apertei os seios redondos, meus dedos se fechando em uma posse quase dolorosa.
— Você é linda, Eleonora. Mas hoje vou te destruir — disse, a voz mais baixa e perigosa. — Quero você tremendo.
“Como ela tremeria” pensei.
Eleonora mordeu o lábio com os olhos fixos nos meus, brilhando.
— Então me destrói, Adrian…
Abaixei-me e, antes de colocar os prendedores chupei a ponta de cada mamilo devagar só para fazê-la tremer de antecipação e então prendi cada um com precisão. Eleonora gemeu alto, um som que tremia entre prazer e dor.
Peguei a vela de baixa temperatura e derramai gotas quentes no torço superior do corpo.
Eleonora arqueou, ofegante, gemendo meu nome. O calor da cera e o aperto dos prendedores a deixavam vulnerável, totalmente minha.
Deslizei a mão entre as pernas dela, explorando com desdém, até sentir seu corpo pulsar. Ela estava úmida. Era fácil. E isso me irritava.


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Os comentários dos leitores sobre o romance: O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido