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O Bilionário Obcecado e a Babá Virgem do Clube Proibido romance Capítulo 55

POV/ ADRIAN

— Teremos todo o tempo do mundo — rosnei contra o pescoço dela, sentindo seu cheiro me embriagar como o uísque mais forte. — Mas hoje... hoje eu vou te fazer sentir tanto que você vai esquecer o próprio nome.

A virei e subi sobre ela, sentindo o peso do meu corpo contra o dela, e devorei sua boca em um beijo que selava um pacto de sangue. Segurei seus seios, um em cada mão, sentindo como eram firmes, pesados e aveludados sob minhas palmas. Mordisquei a pele clara com uma fome que me assustava, traçando um caminho de fogo da linha da sua mandíbula até o umbigo.

Minha língua passeou pelo pescoço dela, e eu soube naquele instante: os sonhos nunca fizeram justiça à realidade da sua pele. Cravei a mão em sua nuca, expondo-a para a minha exploração. Eu a girei, beijando suas costas, marcando minha posse em cada centímetro enquanto provava sua pele quente, salgada de desejo. O arrepio dela foi tão forte que meu coração errou as batidas; ela era macia, real, a criatura mais linda que já vi.

O tesão era mais puro e mais violento do que qualquer coisa que experimentei em toda a minha vida.

Ela se ajeitou, ficando sobre os joelhos, e a visão diante de mim era o paraíso esculpido para a minha perdição. A entrada dela era tão delicada, tão rosada e tão úmida que o desejo de me perder ali quase me venceu. Eu queria possuí-la por completo, mas sabia que, se o fizesse naquele momento, não conseguiria parar até que ela fosse inteiramente minha.

Caminhei até a escrivaninha, peguei o pequeno aparelho de massagem e o posicionei exatamente sobre o ponto mais sensível da sua feminilidade. A umidade dela era tanta que encharcou minha mão quando pressionei o objeto contra ela. Clara começou a arfar, a gritar, o corpo retesando em um prazer que ela claramente nunca tinha sentido antes.

Quando ela atingiu o primeiro ápice e desabou na cama, eu ainda não estava satisfeito. Eu queria mais. Porra, eu estava perdendo a cabeça por aquela mulher.

Virei o corpo dela, abrindo suas pernas para que eu pudesse ver cada reação sua, e pressionei o aparelho novamente enquanto ela tentava recuperar o fôlego. Abocanhei seu peito, sugando com força, enquanto o segundo orgasmo a atingia como uma tempestade. E veio o terceiro, o quarto... ela gemeu, gritou, e vi cada músculo daquele corpo perfeito tremer sob o meu comando.

Mantive a pressão com uma mão, enquanto a outra subia para o meu próprio membro, que latejava contra o meu abdome, implorando por liberação. Eu a encarava — os olhos dela revirando, a boca entreaberta, o peito subindo e descendo freneticamente. Comecei a me satisfazer ali mesmo, no ritmo dos gritos dela, os olhos fixos na entrada pulsante que vertia o suco do seu desejo.

O prazer dela era o meu combustível. Eu a possuía com os olhos, com as mãos, com a minha própria agonia. Gozei intensamente ao mesmo tempo que ela atingia o ápice final, um jato quente que se misturou ao caos dos lençóis. O corpo inteiro dela tremeu incontrolavelmente em uma liberação violenta, molhando tudo ao redor enquanto ela quase perdia a consciência pelo excesso de sensação.

CAP. 55- Quando o Imperador Perde o Controle 1

CAP. 55- Quando o Imperador Perde o Controle 2

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