Alessa de Luca
Chegamos ao prédio luxuoso do meu marido, o seu pequeno império de combustíveis que abastece toda a costa oeste do nosso país, estarmos agora morando na costa leste, trouxe a necessidade de mudar a sede da empresa e trazer para Washington D.C.
Entro no elevador subterrâneo e subo em direção à presidência, provavelmente ele deve estar com mais papéis na sua frente que uma papelaria. Passo a mão por cima de onde a Hope se mexe e sorrio para a minha bebê.
Pode ser loucura atrelar a vida da minha filha que nem nasceu ao futuro sheik do Sudão, mas já havia conversado com o Mattia sobre isso e, meu marido está certo em enxerga as coisas como Salim.
Mattia é bilionário e influente, me fez entender que casamentos arranjados com pessoas que podem cuidar da segurança da nossa filha seria o caminho certo. Ele já havia me revelado que pensou na possibilidade enquanto estava nas mãos do Kalil.
Sua maior preocupação é que ele já se acha velho demais e que não terá condições de proteger a nossa filha quando estiver com a minha idade. Que provavelmente será a idade que vai conhecer alguém.
O elevador para no andar da presidência, vejo a Fabrízia digitando algo com rapidez. Com certeza estava trabalhando para dar conta de tudo o que Mattia estava fazendo.
Sorrio para ela assim que passo por sua mesa e a vejo sorrir e menear com a cabeça. Entendo que ele estava sozinho, caminho lentamente pelo salão, respiro fundo e entro na sala do meu marido.
Ele estava sem terno, com a gravata azul um pouco mais solta, o colarinho aberto e seus olhos atentos a tela do computador. Entro em sua sala e tranco a porta, não quero ser interrompida.
O olhar dele se ilumina assim que me vê ali parada em sua sala, o vejo relaxar e retirar o óculos do rosto, vou até o sofá e ponho a minha bolsa lá com o meu sobretudo. Já que estava tão frio aqui na capital que tenho certeza que até o fim da semana estaremos no meio da neve.
— Adoro receber a visita de minha esposa. — Ele diz observando enquanto caminho em sua direção.
— Aproveitar que Margaret ficou de pegar o Ruslan na escola, viemos visitar o papai. — Digo esfregando a minha barriga.
Me aproximo dele e suas mãos vão para a lateral da minha barriga, Hope se remexe dentro de mim e sorrimos com a experiência.
— Daqui a uns dias não vou mais aguentar andar com essa garotinha por aí. — Digo sorrindo para ele.
Mattia deixa um beijo em nossa menina e se ergue da cadeira que estava sentado. O que não esperava é que ele me pegasse no colo e fosse caminhando comigo até o sofá, parecia que ele não estava fazendo nenhum esforço me carregando e mais uma melancia.
Ele se senta e me põe em seu colo, me posiciono com ele entre as minhas pernas e deixo que ele beije o meu pescoço e comece a se livrar das minhas roupas. Minhas mãos a cada dia mais experiente retiro a camisa dele sem nenhuma dificuldade.
— Adoro quando a minha esposa surge assim… — Ele geme próximo ao meu ouvido.
— Tenho certeza disso… — Arranco a minha camisa e deixo que vá ao chão.
Mattia apressado como sempre, me deita no sofá e beija meus seios que ainda estavam de sutiã, deixando vários beijos pela minha barriga que estava se mexendo. Difícil resistir ao toque do meu marido. Levanto o quadril e deixo que ele retire a minha calça.
O olhar safado e sua mãos ágeis é o suficiente para me deixar nua em seu sofá. Não que seja uma novidade fazer amor com Mattia em seu escritório, sempre o surpreendo aparecendo aqui em seu escritório, já que na sua sala do congresso é um pouco mais difícil.
— Mì cara, a cada dia está ficando mais fogosa! — Ouço sua voz rouca.
— Espero que esteja gostando… — Falo um tanto convencida.
Mattia sai do sofá e se ajoelha entre as minhas pernas, seguro nas almofadas que estava ao meu redor, o meu prazer se forma antes mesmo que ele me tocasse, seu dedo circula pelo meu clitóris , massageando e apertando o pequeno nervo enrijecido pelo tesão que estou sentindo.
Fecho os olhos assim que o calor de seus lábios tocam a minha virilha e se aproxima da minha abertura que implorava por seu toque molhado. Quase grito quando Mattia suga e saboreia um orgasmo que explode, me deixando aérea com o frenesi que começo a sentir.
— Já querida, mal toquei em você… — Ele zomba e mal consigo rir com o meu marido.
Consigo abrir os olhos e vejo quando ele retira a calça e se coloca entre minhas pernas, mas com um olhar preocupado é provavelmente por estar deitada de frente para ele.
— Se ficar incomodada troco de posição. — Digo ao puxar os seus braços em minha direção, exigindo seu toque.
O vejo gargalhar enquanto beija os meus seios e deixa pequenas mordidas em minha mandíbula, seguro em seus ombros enquanto tento me acomodar melhor e deixá-lo me dar prazer sem que fique sem falta de ar pelo peso da Hope.
Olho para os nossos sexos que começam a se encaixar e adoro a sensação da cabecinha do seu pênis deslizando dentro de mim, ofego quando o sinto chegar ao fundo quase me entregando um novo orgasmo. Seus olhos se fecham assim que o aperto com a minha musculatura intima.
Sei que ele adora e com a gravidez e fazendo o curso para um parto normal estou aprendendo a enlouquecer o meu marido também. Arqueio as costas do sofá para dar a ele muito mais prazer, assim como ele me deixa a beira do abismo.
Fecho os olhos e passo os meus braços por seu pescoço, desejando beijar seus lábios, sinto quando meu ventre começa a contrair formando um novo orgasmo. Ouvia o impacto de nossos corpos e como Mattia acelerava em busca do nosso prazer.
— Ales-sa… — Ele gagueja de olhos fechados.
— Goza amor… — Deixo que o meu desejo exploda.
Nos deixando ainda mais escorregadios, relaxo enquanto meu italiano se afunda em mim e urra o seu prazer. Respiro fundo tentando controlar as minhas emoções, já que a minha barriga está completamente endurecida pelo meu orgasmo.
Me afasto um pouco e deixo que ele se deite no sofá ao meu lado, sei que hoje temos um assunto delicado para conversar.
Brinco com os pêlos do seu peito esperando pelo que ele tem para me dizer, sei que ele conduziu tudo da melhor forma possível, já que não iriamos colocar a nossa filha em perigo e, ter nossa filha ao lado da família mais poderosa que existe hoje.
— Salim veio hoje aqui! — Diz.
— Sei que sim, também recebi a visita da Carolina e da Laís, queriam saber sobre a Hope. — Ergo a cabeça.
Olho para ele e deixo que perceba que realmente estou bem com a ideia que ele teve enquanto tentavam animar o meu marido e hoje é a possível solução para o império do Sheik.

Comentarios
Los comentarios de los lectores sobre la novela: O PAI DA MINHA AMIGA
Tem até o capitulo 61?...
Gente eu simplesmente amei a história autor de parabéns 💘...
continua...
amei o livro, parabéns, continua quero ler mais👏👏...