Capítulo 14
- Mais... - ela pediu, ainda arfando, enquanto os últimos tremores percorriam seu corpo.
Zacky fechou os olhos por um momento. Detestava negar, mas estava preocupado demais com o pé inchado.
- Agora não - disse mesmo com desejo na voz. - A chuva parou. Vou te levar ao médico, e assim que a dor sumir... eu vou me enterrar inteiro em você.
Dolores sorriu, lenta, faminta, sem um pingo de vergonha.
- Hummm... eu quero.
- Eu também - ele devolveu, rouco.
Zacky se levantou, saiu da cama, mas ela o impediu de prosseguir com um toque no pulso.
- Vai ser difícil você se controlar... - sussurrou. - Então deixa eu te ajudar.
Ele franziu o cenho, sem entender de imediato. A mente dele estava ocupada demais pensando na estrada lamacenta, se ela seria atendida rápido no posto de saúde...
Até que ela o puxou pelo moletom.
Devagar e o tecido desceu.
E então ele sentiu o ar prender no peito, porque Dolores o olhava como se tivesse acabado de descobrir seu vício favorito.
O membro dele ficou exposto: duro, pesado, pulsante. Os olhos dela subiram, encontraram os dele, e então...
Ela passou a língua pelos lábios. Devagar.
Zacky segurou a respiração.
- Dolores... - murmurou.
Ela apenas sorriu, inclinando-se um pouco.
- Eu disse que queria mais.
- Certo - murmurou.
Seus lábios roçaram a pele dele primeiro provando. Ela beijou a glande de forma suave.
A respiração dele vacilou. A mão dele tocou o cabelo dela, os dedos estavam trêmulos.
Ele sussurrou o nome dela, assim que ela intensificou o carinho ousado.
Ela ergueu o olhar e colocou o máximo que conseguiu na boca. Sugou ele com tanta vontade quanto ele fez com ela
Ele suspirou e prendeu o maxilar, estava perto de se render. A boca dela era quente, muito quente, a língua ousada e os lábios ágeis.
- Delícia... - disse e mordeu o lábio.
Ele não conseguiu evitar, seu corpo simplesmente se rendeu. Com um gemido rouco, profundo, ele perdeu o controle e gozou, intenso, preenchendo a boca dela.
Dolores continuou, ficou surpresa com a quantidade de esperma que ele liberou. Engoliu tudo, continuando a suga-lo até a última gota, sem pressa.
Zacky soltou o ar devagar. As pernas tremiam, e por um instante ele achou que não conseguiria sequer permanecer em pé.
"Caramba... que oral foi esse? Curto, intenso... essa mulher..."
Ela ficou observando o membro dele diminuir. Mesmo amansado, ainda era grande.
Zacky segurou o queixo dela.
- Vamos.
Ela apenas assentiu. Ele deixou a mala perto dela para que escolhesse uma roupa enquanto se vestia com jeans, cinto, camisa, botas e chapéu.
Quando terminaram, ele a pegou no colo novamente e a levou até a sala antes de sair para buscar o carro.
Colocou-a no banco da frente com cuidado e seguiu para o posto de saúde.
No posto médico, assim que estacionou, ele voltou a erguê-la nos braços e caminhou até a recepção. A cidade era pequena e todo mundo se conhecia, então não demorou para os olhares curiosos surgirem assim que os viram: o cowboy durão carregando uma jovem delicada como se fosse a coisa mais preciosa do mundo.
- Marido? - chamou uma mulher de meia-idade, cutucando o companheiro sem tirar os olhos da cena.
- O que foi, mulher? - resmungou ele, ainda vidrado no celular.
- Olha ali. É o Zacky. Está... está com uma mocinha no colo. - Ela levou a mão ao queixo, intrigada. - Gente do céu...
- O quê? - perguntou o marido, finalmente levantando a cabeça para observar o casal.
- Será que estão juntos?
- E se estiverem? Qual o problema? - retrucou ele.
- Ah, pelo amor... Olha a idade dele. É lindo, inteiro - comentou, exagerando no tom admirado enquanto seguia Zacky com os olhos. - Mas é velho demais para ela.
O marido percebeu e fechou o semblante.
- Pra você, ele é novinho demais - resmungou, enciumado.


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