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O Temido Cowboy: Que salvou minha vida romance Capítulo 25

Capítulo 25

Ele sentou atrás dela e a envolveu num abraço. Dolores recostou a cabeça no peito forte, sentindo a respiração dele misturada aos fios do seu cabelo. Zacky suspirou ali, perto demais, e ela virou-se devagar, perdendo-se nos olhos cinzentos.

Esqueceu completamente o que ia perguntar.

Segurou o rosto dele com as duas mãos e tocou seus lábios nos dele, suavemente. O gosto era perfeito. Ela sorriu contra a boca dele e aprofundou o beijo, sentindo a barba por fazer roçar de leve em sua pele. Arranhava um pouco… mas ela não se afastou. Pelo contrário. As línguas se encontraram com paixão.

Zacky respondeu com a mesma intensidade, o corpo reagindo sem que ele tentasse conter. Em um movimento natural, ele a tomou no colo e, sem quebrar o beijo, deitou-a ao lado, na sombra de uma árvore grande. A grama era macia, fresca sob eles, e o vento alto levava o som do mundo para longe.

Ele se apoiou sobre ela, os lábios ainda buscando os dela com uma urgência. Não havia pressa no tempo, apenas no desejo que crescia, quente, inegável.

Um único beijo bastou para deixar claro o que ambos já sabiam.

Ali, naquela montanha no alto da fazenda, cercados por vento, flores e silêncio, o mundo parecia pequeno demais para o que ardia entre eles.

Ambos sabiam que aquele era o último dia deles. E, por isso mesmo, não havia mais por que resistir.

No dia seguinte, tudo voltaria ao normal. Ao menos era isso que Dolores repetia para si mesma, como um mantra frágil, tentando convencer o próprio coração. O mundo dela retomaria o ritmo de antes, os compromissos, as decisões racionais. O dele também. Dois caminhos que não deveriam se cruzar por muito tempo.

Mas não naquele dia.

Naquele dia, ela se permitiu sentir sem culpa.

Queria viver cada gesto, cada toque, cada olhar como se estivesse gravando tudo na memória. Queria amar Zacky do jeito que só se ama quando se sabe que é finito. Com intensidade. Com urgência silenciosa. Com entrega.

A lembrança que levaria não seria apenas física. Seria o cheiro dele misturado ao vento, o peso reconfortante do corpo grande a protegendo, o jeito como os olhos cinzentos a olhavam como se, por algumas horas, nada mais existisse além dela.

Ela se agarrou a ele, não por medo de perder, mas para guardar aquele momento.

E Zacky, mesmo sem dizer uma palavra, pareceu entender. Apertou-a mais contra si, como se também quisesse marcar aquele dia no próprio corpo.

Se fosse para acabar, que fosse depois de viver tudo o que aquele sentimento tinha para oferecer.

Nem mais. Nem menos.

Apenas o suficiente para nunca ser esquecido.

Sem perceber a força que usou, Zacky puxou a camisa de Dolores e arrancou alguns botões. A pele do seio ficou exposta, uma parte do mamilo estava fora do sutiã. Ele não hesitou: passou a língua na pele delicada, depois puxou o sutiã para colocar o mamilo todo na boca, sugando-o com força.

Dolores tremeu e gemeu alto. Suas mãos enterraram-se nos cabelos escuros de Zacky, pressionando-o ainda mais contra seu corpo.

Ele alternava entre sugar e lamber, com uma voracidade que a deixava sem controle. O outro seio, ainda coberto, latejava de necessidade, e Dolores arqueou as costas, oferecendo-se por completo. Com a mão livre, Zacky desfez o que restava da barreira, expondo-a por inteira ao ar fresco e aos seus olhos.

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