Entrar Via

Proibida de Amar Meu Marido romance Capítulo 101

Bruno entrou no quarto com a mesma expressão gentil e serena de sempre. Assim que o viu, Helena se levantou surpresa.

— Bruno… que surpresa.

Ele se aproximou devagar, trazendo um buquê de flores e a cesta de frutas.

— Fiquei sabendo sobre sua mãe e vim fazer uma visita.

Bruno entregou as flores a Helena, que lhe ofereceu um leve sorriso de gratidão. O gesto a emocionou mais do que esperava. E, inevitavelmente, seus pensamentos voltaram para Eduardo.

Enquanto ela enfrentava um dos piores momentos de sua vida ao lado da mãe em um hospital, seu marido estava longe, em uma viagem de negócios que claramente não estava sozinho.

Helena afastou aquele pensamento antes que as lágrimas voltassem novamente. Bruno percebeu, desviando o olhar, ele então aproximou-se da cama de Clara.

— Senhora Clara, sou Bruno, um amigo da Helena. Trouxe essas flores para a senhora.

Clara sorriu de forma fraca, mas calorosa.

— Muito obrigada, senhor Bruno. O senhor foi muito gentil.

Helena colocou as flores em um vaso com água ao lado da cama, tentando trazer um pouco de vida ao quarto frio do hospital.

Nesse momento, Glória entrou no quarto e parou por um instante ao ver o homem elegante e extremamente bonito ali.

— Ora, não sabia que tínhamos visita. — comentou ela com um leve sorriso.

— Este é Bruno, um amigo. — explicou Helena. — Bruno, esta é minha tia Glória.

Com a educação impecável de sempre, Bruno estendeu a mão para ela.

— Muito prazer, senhora.

Por um breve instante, Bruno teve a estranha sensação de que Glória lhe parecia familiar, embora não conseguisse entender o motivo.

— O prazer é meu. — respondeu ela cordialmente.

Clara observou a cena em silêncio antes de voltar os olhos para a filha.

— Agora que você chegou, Glória… — disse ela, com a voz um pouco mais firme do que antes. — Que tal fazer companhia para mim enquanto o senhor Bruno leva Helena para comer alguma coisa? Espero que não se importe, meu rapaz.

Bruno sorriu de imediato.

— De forma alguma. Será um prazer.

— Mãe… — Helena protestou baixinho.

Clara a interrompeu apenas com um gesto da mão.

— Você praticamente não sai deste quarto há dias. Está pálida e cansada. Precisa se alimentar melhor.

— Sua mãe tem razão. — concordou Glória. — Vá um pouco. Eu fico aqui com ela. E não precisam ter pressa.

Helena hesitou por alguns segundos, olhando para a mãe. Mesmo fragilizada, Clara ainda tentava cuidar dela.

No fim, suspirou baixinho e assentiu.

*****

Helena queria apenas comer alguma coisa na lanchonete do hospital, mas Bruno insistiu que ela precisava sair um pouco daquele ambiente sufocante do hospital. No fim, acabou concordando.

Bruno a levou a um restaurante tranquilo, não muito distante do hospital. O lugar era discreto e silencioso.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Proibida de Amar Meu Marido