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Proibida de Amar Meu Marido romance Capítulo 258

Depois do almoço, como era de costume, a família acabou se dividindo.

Olívia, Carmen e Constância permaneceram na sala, conversando sobre família, viagens e antigos conhecidos.

Margareth continuou no celular, respondendo mensagens e ocasionalmente participando da conversa.

Na biblioteca, Gilberto, Benjamin e Eduardo começaram a discutir negócios.

Leonardo, Alberto e Helena, porém, preferiram aproveitar o fim de tarde.

— Vamos para o jardim — sugeriu Alberto.

Os três atravessaram as grandes portas que davam para o enorme jardim da mansão.

Pela grande janela da biblioteca, Eduardo viu Helena caminhando entre Leonardo e Alberto. Por alguns segundos, continuou ouvindo o pai falar sobre uma nova oportunidade de investimento, mas seus olhos voltaram para o jardim.

Helena estava completamente descontraída. Ria enquanto Alberto contava alguma coisa e Leonardo fazia um comentário que parecia ainda mais engraçado.

Então Leonardo parou e atendeu o celular.

Eduardo acompanhou com os olhos quando, alguns minutos depois, Leonardo se aproximou dos dois e se despediu saindo rapidamente, Helena e Alberto continuaram caminhando pelo jardim.

Eduardo tentou voltar sua atenção para a conversa.

— Eduardo, estou impressionado que você tenha conquistado a confiança de John Walker... — dizia Benjamin.

Ele desviou os olhos da janela.

— Foi preciso muito trabalho.

Mas, mesmo enquanto falava sobre negócios, uma parte de sua atenção permanecia no jardim.

*****

O calor da tarde fez Alberto e Helena procurarem um lugar mais fresco.

A sala de jogos parecia ter sido esquecida pelo tempo. Apesar de impecavelmente conservada e climatizada, ninguém parecia utilizá-la havia anos.

Havia uma mesa para jogos de cartas, um tabuleiro de xadrez sobre uma mesa, uma mesa de sinuca e outra de tênis de mesa.

Alberto apontou para as raquetes.

— Que tal uma revanche por ter perdido hoje pela manhã?

Helena lançou-lhe um olhar divertido.

— Pronto para perder novamente?

— Dessa vez, não.

Os dois pegaram as raquetes. O início foi ruim para Helena. Algumas bolas passaram por ela sem que conseguisse alcançá-las.

Alberto abriu um sorriso provocador.

— Parece que está enferrujada.

— E você andou treinando.

— Talvez. — Alberto apenas riu.

Helena estreitou os olhos.

— Então agora eu tenho ainda mais motivos para ganhar.

O jogo prosseguiu entre provocações e risadas. Aos poucos, Helena recuperou o ritmo, mas, dessa vez, Alberto conseguiu levar a melhor.

— Eu avisei — disse ele, erguendo a raquete em triunfo.

— Foi sorte.

— Claro. Sempre é.

Helena apenas riu.

O tempo passou sem que percebessem.

*****

Quando deixaram a sala de jogos, o sol já começava a descer anunciando o fim de tarde.

O céu havia adquirido tons dourados, alaranjados e rosados, e a luz suave do entardecer atravessava as árvores, espalhando sombras longas pelo gramado.

Perto de uma das árvores mais antigas da propriedade, havia um balanço de madeira preso por cordas grossas.

Alberto apontou para ele.

— Você ainda gosta de balanços?

Helena olhou para o balanço e depois para ele.

— Não tenho mais doze anos.

— Isso não respondeu à minha pergunta.

Ela riu.

— Talvez... só um pouco.

Helena sentou no balanço e Alberto segurou as cordas e começou a empurrá-la suavemente. O balanço ganhou movimento e Helena soltou uma risada espontânea.

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