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Querido CEO, seu bebê quer te conhecer! romance Capítulo 115

Ao acordar pela manhã, com um chorinho manhoso da filha, Alice se lembra de onde está e de tudo o que falou com Richard na noite anterior. Um sentimento de culpa b**e em seu peito, mas sabe que não pode se mostrar frágil na presença de Richard.

Ela se levanta e cuida de Lily, dando banho e a alimentando. Ao verificar as horas no celular, recebe uma mensagem de Richard, solicitando se poderia visitar a filha. Ela respondeu positivamente.

Não levou dez minutos para Richard chegar ali.

— Bom dia — a cumprimentou com uma voz mansa.

— Bom dia — responde, sem olhar no rosto dele.

— Está precisando de alguma coisa para a Lily? — questiona, já pegando a filha do colo de Alice e lhe enchendo de beijos.

Lily se alegra ao ver o pai, tanto que começa a sorrir e bater as pernas e bracinhos em sinal de felicidade.

— Não, acredito que as coisas que tenho aqui dê para ela por dois dias — responde.

— Então creio que teremos que comprar — anuncia. — Estou pensando em passar uma semana aqui, antes de ir para Nova York.

— Uma semana? — questiona.

— Sim. Como já estou afastado do trabalho por um tempo, creio que posso ficar mais uma semana, além disso, é o tempo que o seu apartamento estará pronto — explica.

— Não podemos ir antes? — Pede. — Sei que quer que a Lily fique um pouco com a sua família, mas eu não me sinto nada à vontade nesse lugar.

— Sei disso, nem estou à vontade também, mas te peço apenas uma semana. Depois disso, terá a sua privacidade de volta.

Alice suspira, mas decide aceitar, sabendo também que não teria escolha se dissesse que não.

— Tudo bem.

— Sei que se eu te chamar para tomar café com a minha família não irá aceitar também, então pensei em levar você e a Lily para tomar café fora, o que acha?

— Era uma escolha difícil, já que as duas opções não eram satisfatórias. Ou compartilhar a mesa com a família de Richard, ou apenas com ele.

— Tudo bem, vou me arrumar, pode ficar com a Lily para mim?

— Certo. — Alice deixa a filha com Richard e vai em direção ao quarto. Ela pensa que ele irá lhe esperar do lado de fora, mas se surpreende quando o vê entrar e se sentar no pequeno sofá.

Ignorando a presença dele ali, ela caminha até o quarto, separa uma roupa e depois vai até o banheiro, tomar banho. Como sente que o seu cabelo está bastante oleoso, resolve lavá-lo. Após o banho, seca o cabelo. O dia estava fresco e o barulho do vento fazia alguns sons na porta de vidro da varanda do quarto. Quando se vestiu, andou até a sala e encontrou Richard brincando com a filha.

— Acho que logo ela se acostumará totalmente com você — comenta, percebendo que a filha não dá a mínima para a sua chegada ali na sala.

— Ontem a noite ela ficou muito extrovertida com a minha mãe e os meus sobrinhos também.

— Que bom. Creio que quando voltar a vir aqui, já virá apenas com ela.

— Não vai sentir falta dela?

— Sim, eu vou, mas sei que vou me acostumar, ainda mais quando começar a me familiarizar com o país e fazer amizades. Procurarei outras coisas que me façam preencher a falta da minha filha por alguns dias.

— Richard, quando chegarmos a Nova York, quero trabalhar. Podemos conversar sobre uma babá para a Lily? — Alice comenta no caminho de volta à mansão Carter.

— Claro, eu vou pedir para a Elis me ajudar nisso, ela conhece algumas pessoas que podem nos ajudar.

— Obrigada.

Richard para o carro na garagem da casa, mas se recusa a descer dele, antes de conversar com Alice.

— Como você se sente? — interroga, recebendo um olhar confuso de volta. — Em relação a voltar a trabalhar e deixar a Lily, me refiro a isso — se explica.

— Meu coração dói um pouco, mas sinto que não posso esquecer que, além de mãe, sou uma mulher que aspira se realizar profissionalmente.

— Sei disso, só quero te dizer que, caso queira esperar mais um pouco, pode ficar com ela, eu irei amparar vocês duas do jeito que quiserem ou precisarem. Não precisa se preocupar com dinheiro, daqui para frente, isso nunca mais faltará para vocês.

— Você quer dizer para a Lily, não é mesmo? — O corrige. — Porque a única pessoa amparada por seu dinheiro deve ser ela.

— Alice — ele estende o braço para tocá-la, mas para no meio do trajeto por saber que ela o rejeitará. — Posso cuidar de vocês duas, sem interesse algum. — Richard lhe lança um olhar amoroso, mostrando que tem as melhores intenções. — Sei que disse um monte de coisa que te deixou magoada, mas saiba que essa nunca foi a minha intenção.

— E qual a sua real intenção, Richard? Me diz! — Alice questiona, com os olhos cheios de expectativas.

— Ei! — Uma batida no vidro do carro chama a atenção dos dois. — O que está acontecendo aí?

Richard olha para o lado e avista Madeline, que está com o olhar transtornado ao notar que o carro chegou há alguns minutos, mas não viu nenhum dos dois passageiros descer do veículo.

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