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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 10

STELLA HARPER

Depois de passarmos na minha casa para pegar o que eu precisava, seguimos para o apartamento dele. O carro estacionou diante da entrada luxuosa do prédio dele.

Eu estava nervosa. Damian não me olhou quando desceu do carro, apenas abriu a porta para mim com um gesto seco.

— Entre.

A palavra saiu como uma ordem, não um convite.

Subimos no elevador privativo e permaneci quieta enquanto era guiada até sua cobertura.

— Tire os sapatos.

Obedeci. Ele se aproximou lentamente, e seus olhos deslizaram por mim de cima a baixo.

— Você lembra por que está aqui?

— Sim. — murmurei, sem encará-lo.

Ele segurou meu queixo com firmeza, me forçando a levantar o olhar.

— Olhe para mim quando falar. Você está aqui porque concordou com meus termos. E isso significa que, a partir de agora, você vai seguir minhas regras. Está claro?

Engoli em seco, mas assenti.

— Está claro.

— Ótimo. Então vá até o quarto. Tire a roupa. E espere na beira da cama. Sem tentar cobrir o corpo. Eu vou decidir o que fazer com você.

Meus pés se moveram na direção que ele apontou antes mesmo que eu processasse. O quarto era amplo, minimalista, com uma enorme cama no centro. A vista para a cidade estava à minha frente, mas não consegui focar em nada além do som da porta se fechando atrás de mim.

Tirei cada peça de roupa com dedos trêmulos. Quando fiquei completamente nua, me sentei na beira da cama, como ele ordenou.

Demorou alguns minutos, até que ouvi seus passos. Seus olhos pousaram em mim. Primeiro nos meus seios, depois nas coxas, depois nos olhos. Um sorriso torto apareceu em seus lábios.

— Boa garota.

O comentário fez minhas bochechas esquentarem, ou talvez tenha sido seu olhar.

Ele se aproximou, tirando a gravata preta que usava.

— Vou te vendar, Stella.

Não respondi porque não parecia um pedido de permissão, mas ele arqueou a sobrancelha, esperando.

— Sim.

— Feche os olhos.

Damian colocou a venda com cuidado, ajustando-a. Seus dedos roçaram minha clavícula. Depois desceram lentamente, provocando arrepios. Sua boca tocou meu pescoço com uma calma cruel. Beijou. Mordeu. Depois se afastou de novo.

— Você ainda acha que está no controle, Stella? Que ainda pode escolher como isso vai acontecer?

— Não. — sussurrei, sentindo o corpo estremecer.

— Ótimo.

Uma de suas mãos segurou minha nuca e a outra agarrou minha cintura. Ele me puxou bruscamente para o centro da cama, deitando-me de costas. Quando sua boca encontrou meus seios, gemi baixo. Ele os beijava com força, como se quisesse deixar marcas.

Logo em seguida, ele se afastou, e o som do cinto sendo retirado ecoou pelo quarto. Meus músculos se contraíram de expectativa.

Ele segurou meus pulsos com firmeza.

— Não se mexa.

Damian amarrou meus pulsos juntos, acima da cabeça, usando o próprio cinto. O couro apertava, mas não machucava. Era firme. Controlador. Como ele.

Seu corpo cobriu o meu. As roupas dele ainda estavam ali, criando um contraste cruel com minha nudez exposta.

Ele me penetrou com dois dedos de forma brusca e profunda. Um gemido escapou dos meus lábios antes que eu pudesse conter.

— No fundo você gosta quando eu a trato assim, não gosta?

— Sim. — soltei, ofegante. Não sei mais se estava dizendo porque queria ou porque o contrato específicava que eu deveria concordar com qualquer ordem ou experiência durante os encontros.

— Mais alto.

— Sim, Damian.

— Boa garota.

Ele me provocou até que meu corpo estivesse tremendo. Então se afastou, me deixando sozinha por um momento. O som do zíper da calça dele me alertou do que viria a seguir. Meu coração batia descontrolado.

— Quente.

— Molhada?

— Sim. Não me pergunte por quê. — respiro, não deveria me sentir tão necessitada desse homem, mas sinto. — Eu não sei por quê.

— Você não precisa saber o porquê. Nem tudo precisa ter uma razão de ser. Às vezes, as coisas simplesmente são.

Ele não diz mais nada, apenas coloca uma das mãos entre as minhas pernas e a outra em volta do meu pescoço novamente. Seus dedos me percorrem, e ele começa a acariciar meu clitóris delicadamente. É um toque leve, só o movimento circular dos seus dedos. Fecho os olhos.

— Não, não, não. Abra os olhos, olhe para si mesma.

Faço o que ele diz. Meu rosto está vermelho, a vermelhidão desce pelo pescoço e atravessa o peito. Ele me encara atentamente, segurando meu queixo com força, e observo como seus dedos médio e anelar se movem. Nunca tinha visto isso antes, um homem me tocar daquele jeito, e isso me faz perder o foco.

Quanto mais me aproximo do clímax, mais seus dedos apertam meu pescoço. Está vindo rápido. Continuo observando meu próprio rosto, minha boca aberta, meus olhos entreabertos e meu cabelo bagunçado. Quando gozo agora, ele está deslizando os dedos para dentro de mim, sem dúvida sentindo as pequenas pulsações, mas não tira os olhos dos meus.

Estou em tal estado de excitação e choque que só agora percebo que o pau dele endureceu contra a minha bunda. Quero agradá-lo do jeito que ele me agradou, Damian decidi me levar de volta para o quarto. Senta-se na cama e faz um gesto para que eu me abaixe. É como se ele pudesse ler minha mente, ele percebeu que eu queria fazer isso só de olhar.

Ele puxa meu cabelo para trás, para longe do meu rosto, e acaricia minhas bochechas com os polegares. Ajoelhando-me, inclino-me sobre ele, fecho os olhos e seguro suas bolas enquanto começo a chupar seu pau. É como qualquer outro homem que já chupei, exceto pelo tamanho, pelo calor na boca do estômago e pelo formigamento entre as pernas. Apalpo suas bolas delicadamente e me forço a ir mais longe, mas recuo quando engasgo. Ele grunhe e suspira baixinho.

— Isso é bom — murmura.

Repito o processo, seguro seu pau, movo minha mão para cima, para baixo e o aperto ao mesmo tempo. Quero fazer um bom trabalho. Quando me obrigo a encará-lo, ele está me encarando atentamente, observando-me atentamente, e isso me intimida. Será que ele sabe o quão intimidador parece agora?

Ele fica em silêncio, respirando lentamente enquanto eu continuo, e continua me observando. Meu maxilar já começou a doer porque faz muito tempo que não faço isso. Toda vez que engasgo, ele solta aquele pequeno suspiro. Percebo que ele gosta quando eu faço barulhos, quando engasgo, e eu nunca gostei de fazer isso.

Ele inala fundo, geme e desliza a mão no meu cabelo. Ela puxa delicadamente, ele geme sem parar agora, começa a gemer e empurra os quadris para cima com força. Sinto seu gozo, é quente e preenche minha boca lentamente. Nunca deixei um homem gozar assim antes, nunca quis, e sempre me senti enojada com a ideia. Mas, como é ele, não devo falar sobre isso.

Depois de engoli-lo, ele empurra meu cabelo para trás novamente e sorri para mim. É um sorriso quente e pequeno, e me faz sentir muitas coisas diferentes.

— Espero que tenha sido bom. — digo baixinho. — Na verdade, não tenho muita experiência.

Seu sorriso cresce.

— Você foi fantástica, Stella. — Meus lábios tremem em um sorriso. Ele passa o polegar pela lateral do meu rosto novamente e suspira. — Você engolir meu gozo só poderia ser fantástico. Hum. Acho que esse acordo vai ser algo muito proveitoso, você não acha?

Obviamente, somos muito compatíveis fisicamente e me sinto atraída por ele.

— Sim, Damian.

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