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Querido chefe, os gêmeos não são teus! romance Capítulo 75

STELLA HARPER

— Papai… a Stella vai ser minha mãe também?

— Filho, isso é...

— Se você quiser, Danian… poso ser. — Minha voz estava suave, o mesmo tom que eu costumo usar com os meninos. — Você pode ter duas mães, se for o que você quiser.

Os meninos me olharam em choque. Damian também me observava, sério, mas havia algo em seu olhar que mostrava confiança, como se dissesse: vai dar certo. Danian respirou fundo, ainda processando, e depois baixou a cabeça.

— Mas… a outra mãe não gosta de mim. — Sua voz estava baixa, trêmula. — Você gosta de mim?

— Eu gosto, Danian. — respondi, passando a mão pelos cabelos dele. — Muito. É impossivel não gostar de você.

Ele levantou os olhos, marejados, e se encostou em mim me dando um abraço. Senti meu coração se derreter. Damian colocou uma mão no meu ombro, mas nos deixou naquele momento só nosso, deixando que a emoção fluísse.

Depois do jantar, Danian não queria sair de perto dos meninos.

— Posso dormir aqui hoje? — perguntou, com um olhar que misturava timidez e esperança.

— Claro, querido. — respondi, fui até o armário do Orion pegando um dos pijamas para ele. — Acho que vai ficar perfeito em você.

Ele se vestiu rapidamente, ansioso, Damian ajudou Apollo e Orion a se acomodarem na cama grande, e logo os três meninos estavam juntos, murmurando sobre como seria divertido dormir lado a lado. Eu sorria, arrumando os cobertores e ajeitando travesseiros, sentindo a felicidade simples e genuína daquele momento.

— Boa noite, meninos. — beijei a testa de cada um.

— Boa noite, mamãe. — disseram em uníssono.

— Boa noite, papai. — murmurou Danian, com um pequeno sorriso tímido.

Deitamos juntos na cama, e a proximidade dos corpos fez meu coração disparar. Ele se inclinou, seus lábios encontraram os meus com urgência, e eu correspondi com intensidade. Cada beijo era cheio de desejo, mas também de cuidado, de intimidade. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, explorando com firmeza e possessividade.

— Você é absurdamente linda… — murmurou entre os beijos, sua respiração quente acariciando meu rosto.

— Eu sei. — respondi, sorrindo contra seus lábios, sentindo o calor subir pelo corpo.

O ritmo dos nossos beijos aumentava, alternando entre urgência e pausas suaves, como se cada segundo precisasse ser saboreado. Ele se inclinou sobre mim, segurando-me com força. Meu corpo se curvou a ele, cada toque provocava arrepios e cada lufada de sua respiração trazia mais excitação.

— Vamos brincar só um pouco ou… — ele pausou, aproximando o rosto do meu pescoço, o toque da boca e da língua provocou calafrios —… é para valer?

Senti um calor incontrolável subir pelo meu corpo. Fechei os olhos, rendida ao desejo que ele provocava.

— Me fode, Damian Winter. — sussurrei com voz baixa e embargada pelo desejo.

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