STELLA HARPER
— Se sente melhor? — Aceno com a cabeça e ele beija meu pescoço, depois o chupa e eu mordo o lábio.
— Eu te amo. — Eu sussurro e seus lábios encontram os meus, antes que eu possa piscar ele me empurra para a parede.
— Quer continuar? — ele pergunta e eu sorrio.
— Sim. — Respondo rapidamente. Ele me vira e começa a se esfregar na minha bunda, fazendo todos os meus pensamentos irem embora. — Porra, Damian. — Gemo. Ele nos vira e sorri para mim antes de me beijar.
— Não vou embora até você me sentir em todos os lugares e tão profundo que continuará com a sensação por semanas. — Ele diz me erguendo em seus braços e me penetra com força. — Você não tem ideia do quanto de mim eu quero te dar. — Ele me penetra mais uma vez, reforçando seu ponto.
Damian começa a caminhar comigo nos braços e me seguro com força até que minhas costas molhadas toquem na cama.
— Quero ouvir você. — Ele ordena e estoca forte dentro de mim, mais uma vez atingindo todos os pontos certos. Eu gemo, empurrando meus quadris em direção às suas estocadas, e ele começa a ir em um ritmo constante, rápido e forte.
— Eu quero você. — Eu gemo, arqueando as costas e fazendo com que ele atinja meu ponto ideal repetidamente.
— Você me enlouquece, amor. Tem certeza se aguenta ficar longe do meu pau? — Ele pergunta, me silenciando com um beijo, e envolve as mãos em volta da minha cintura, nos virando e me puxando para cima até eu sentar no seu colo. Ele dá um tapa na minha bunda, e o som ecoa pelo quarto, e eu me inclino para frente, lambendo sua clavícula. Ele me dá um tapa de novo e eu gemo em seu ombro.
— Você é tão gostoso... — sussurro em seu ouvido e começo a me mexer enquanto ele se deita, me deixando montá-lo. Sinto que ele atinge aquele ponto específico e não consigo parar. Tenho um orgasmo ali mesmo, com meus fluidos escorrendo pelo seu pau.
Quando desço do meu êxtase, ainda estou me mexendo nele e seus olhos estão cheios de tesão.
— Você está tão linda. — Ele estende a mão para me tocar e eu sinto aquele fogo queimando em mim mais uma vez enquanto acelero o ritmo subindo e descendo em seu pau. Ele desliza os lábios até meus seios, beijando-os e chupando-os antes de mordê-los, transformando-os em picos rígidos, uma fina camada de suor lentamente se fazendo presente em nós dois. — Use-me, Stella. — Ele ordena e se inclina para trás com um sorriso arrogante no rosto.
— O que você quer dizer? — pergunto a ele, e ele se inclina, passando os braços em volta das minhas costas e me segurando no lugar, com a respiração quente batendo na minha orelha.
— Goze até não aguentar mais no meu pau. Me use para alcançar seu prazer. — Ele se recostou e me mostrou aquele sorriso convencido no rosto, e levou as mãos até meus seios, apertando-os antes de acariciar meus mamilos com os dedos. — Use-me, ou não dormirá essa noite, amor. — Ele ameaça e eu imediatamente começo a me mexer de novo.
Começo a me movimentar para cima e para baixo em seu pau, com força e rapidez, no meu próprio ritmo, e ele empurra os quadris para cima, me encontrando a cada estocada. Eu me abaixo e acaricio meu clitóris, e ele se inclina, envolvendo meu cabelo com um punho antes de puxar meus lábios para os dele.
DAMIAN WINTER
Eu a vejo atingir o limite novamente, Stella tenta enterrar a cabeça no meu ombro, mas eu a puxo para trás, olhando em seus olhos cheios de tesão, e ela se aperta em volta do meu pau. Quero que ela passe a noite com meu pau dentro dela, meu gozo escorrendo por suas coxas e seu peito subindo e descendo cada vez mais ofegante. Não quero que ela consiga andar de manhã, isso não será um castigo para ela, mas sim um presente.
Ela começa a se mexer mais uma vez, esfregando o clitóris contra minha pélvis, e eu a envolvo, circulando seu cuzinho com meus dedos, e ela geme. Enfio apenas um dedo para dentro e seus olhos se arregalam.
— O que foi, amor? — pergunto, inocentemente. Pelo jeito, ela já esqueceu que vai me sentir em todos os lugares.
— Eu nunca fiz isso. — Ela murmura e eu a puxo com força para baixo, em direção ao meu pau, acalmando-a por alguns instantes. Quando ela se aperta em volta de mim, eu desejo muito gozar dentro dela, mas respiro fundo.
— Ninguém nunca comeu sua bunda linda? — perguntei. Ela balançou a cabeça, um leve rubor cobrindo seu rosto, e eu senti suas entranhas tremerem ao meu redor.
Sorrio para ela, começo a levantá-la e descê-la no meu pau mais uma vez e ela arqueia uma sobrancelha para mim.
— Algo me diz que você vai gostar de eu ser o primeiro. — comento simplesmente, e ela enterra a cabeça no meu pescoço, me beijando antes de chupá-lo.
Ela começa a se mover para cima e para baixo mais uma vez. Nossa conversa foi esquecida e eu ainda a deixo me usar. Meu pau está tão duro agora que tento apagar meus pensamentos enquanto repito o que fiz antes e enfio um dedo em sua bunda, e ela geme.
— Vou foder essa bunda com perfeição. — Digo e ela encontra meu olhar, sem parar as estocadas, enquanto seus seios sobem e descem com o ritmo do seu corpo.

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Querido chefe, os gêmeos não são teus!