STELLA HARPER
Estou quase pegando no sono quando ouço um alarme tocar.
— Acabou o tempo.— Damian passa a mão pelas minhas costas e rola, me colocando debaixo dele, beija meu pescoço, sinto arrepios e tremo.
— Sério? Você colocou um cronômetro? — Perguntou, chocada.
— Claro que sim. — ele sussurra no meu pescoço e eu consigo sentir seu sorriso irônico. Ele passa a mão pelo meu peito, envolve minha garganta e morde meu pescoço.
— Damian... — eu suspiro.
— Vai me dizer que você não quer? — Ele aperta minha garganta e começa a se esfregar contra mim.
— Quero. Me fode. — digo e ele geme.
— Onde? — ele pergunta.
— Minha bunda. Sei que é o que você quer. — Eu respondo, ele tira a mão e me vira.
— De joelhos. — ele murmura. Eu me ajoelho e ele coloca um travesseiro embaixo da minha barriga, me fazendo deitar.
Eu suspiro quando ele abre minhas nádegas e circula meu buraco com sua saliva.
— Porra. — Ele sussurra e enfia dois dedos em mim, e eu arqueio as costas, gemendo. Meu corpo se incendiou e meu clitóris começou a pulsar. —Você é tão linda, amor. — Ele enfia outro dedo em mim e eu gemo.
— Mais, por favor. — Eu gemo, e ele agarra meu quadril.
— Não precisa apressar as coisas. — Ele sussurra. Eu me inclino, enterro o rosto nos lençóis e empino a bunda para ele. Damian começa a enfiar os dedos dentro e fora de mim, e eu gemo, empurrando-me contra ele.
— Por favor. — Imploro, sem me importar.
— Você já quer meu pau, não é? — ele pergunta e eu gemo agarrando os lençóis.
— Sim, por favor.
— Por que tão carente? — Ele brinca, tirando os dedos com força, me fazendo ofegar. Damian começa a esfregar minha bunda e eu me empurro contra suas mãos.
— Quero sentir você, agora. — Já que pedir não adiantou, talvez exigir adiante.
— Tão mandona. — Ele beija minhas costas e me penetra com seu dedo. Meu corpo se arrepia e meu estômago se contrai de expectativa. — Segura minha coxa. — ele instrui, e eu movo meu pulso, agarrando sua coxa musculosa, com o olhar fixo na parede à minha direita. — Aperte se quiser que eu pare. — ele ordena e eu o solto. Ele coloca mais um dedo em mim, me fazendo gemer.
— Damian. — Gemo, e ele enfia outro dedo em mim, despertando uma sensação estranha que nunca senti antes. Me sinto tão bem que ele enfia um terceiro dedo como antes e beija minha costa, me fazendo arrepiar.
— Boa garota. — Ele murmura e eu me derreto na cama. Adoro quando ele me elogia. Ele tira os dedos e eu o sinto. Ele me penetra e eu tento arquear as costas, sentindo apenas prazer enquanto ele me penetra lentamente.
— Stella... — Ele para de falar, fica parado e eu relaxo. — É melhor você não achar que é só isso, querida. — Ele fala e eu fico tensa. — Relaxa. — Ele sussurra, beija minhas costas e esfrega a mão entre minhas omoplatas, e eu me derreto novamente em seu toque. Ele começa a me ajustar lentamente ao seu comprimento, deslizando para dentro aos poucos.
— Você é tão apertada. — Ele geme, apertando meus quadris com mais força. Eu tento ao máximo me virar para vê-lo.
— Está bom? — pergunto, e ele coloca a mão embaixo de mim, acariciando meu clitóris.
— Muito bom, amor. — ele diz quando eu suspiro. — Me avisa quando eu puder me mexer.
— O que quer dizer? — pergunto, e sinto suas mãos se soltarem antes de apertarem e aí entendo. — Está tudo bem. — Sussurro, e ele se retira, me penetrando de novo. Eu gemo, dói um pouco, mas aos poucos se transforma em prazer, me deixando completamente sob seu controle.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Querido chefe, os gêmeos não são teus!