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Segredos De Uma Noite Meu Marido Por Contrato (Olivia) romance Capítulo 329

Liam seguia conversando normalmente. Mas, por baixo da mesa, a mão permanecia ali, lenta, provocando e testando até onde ela aguentava.

Olívia prendeu a respiração. As coxas se fecharam instintivamente, mas ele encaixou a perna entre as dela, impedindo. O rosto dela corou. Ela tentou se concentrar na conversa, tentou falar algo para Ísis, mas a voz saiu falha.

— Eu… vou…

A frase morreu no meio. Ela limpou a garganta rapidamente.

— Vou querer dançar mais. — completou, com o máximo de dignidade que conseguiu manter.

Liam inclinou-se um pouco para pegar o guardanapo, como se fosse o homem mais comportado da mesa. Aproximou o rosto do ouvido dela, os lábios quase tocando a pele.

— Imagina minha língua lambendo você bem aqui agora… devagar. — murmurou, a voz baixa, rouca, carregada de intenção. — Você ia gozar na minha boca sem ninguém perceber.

O arrepio subiu pela espinha dela. Olívia apertou a coxa dele por baixo da mesa, tentando recuperar o controle. Ele segurou a mão dela e a guiou discretamente até o volume marcado sob o tecido da calça fazendo ela apertar e esfregar e novamente sussurrou no ouvido dela.

— Sente como eu tô duro… — sussurrou, respirando perto do ouvido dela. — Só de saber que você está assim… exposta aqui… .

Liam aumentou a pressão. Ele voltou a conversar normalmente. Olga, que conversava com Frederico, percebeu a expressão diferente no rosto de Olívia. Ela inclinou-se um pouco para frente, preocupada.

— Olívia, querida… você está passando mal? Está vermelha…

Olívia engoliu em seco, apertando ainda mais a coxa de Liam para que ele parasse.

— Não, vovó… — respondeu, forçando um sorriso e abanando levemente o próprio rosto com a mão. — Está tudo bem. Só… um calor repentino.

Liam sorriu de canto, sem parar o movimento. Olívia mordeu o lábio, segurando o garfo com tanta força que os nós dos dedos ficaram brancos. Quando ela estava no limite, prestes a gozar, ela cravou as unhas na coxa dele com força. Liam parou imediatamente, tirando a mão devagar. como se nada tivesse acontecido.

— Vou ao toalete — disse ela, com falsa tranquilidade, se levantando.

Passado um tempo, Alex estava no terraço do Rainbow Room, abraçando Ísis por trás. A vista de Nova York iluminada parecia um cenário de filme. As paredes de vidro refletiam as luzes da cidade e o vento noturno soprava frio.

Ele apoiava as mãos sobre o ventre dela, alisando devagar, protetor e possessivo ao mesmo tempo. Ísis inclinou a cabeça para trás, encostando no ombro dele.

— Amor, essa vista é linda… — murmurou ela, a voz baixa. — Mas confesso que dá um pouco de medo. Essas paredes de vidro…

Alex apertou o abraço, sentindo o corpo dela tremer de leve.

— Você está tremendo de medo? — perguntou ele, roçando o nariz no pescoço dela.

Ísis se encolheu um pouco contra o peito dele.

— Estou com um pouco de frio. — respondeu, soltando um riso tímido. — O vento aqui é gelado.

Ele sorriu contra a pele dela e ajustou o abraço, encaixando melhor o corpo ao dela, como se quisesse protegê-la do vento.

— Estou lembrando quando te pedi em namoro… — disse baixo.

Ele beijou o pescoço dela devagar, subindo até a orelha. Ísis fechou os olhos, o corpo já reagindo apesar do frio.

— Alex… não se empolga, nós estamos num casamento — sussurrou ela, tentando soar firme, mas a voz saiu fraca.

Ele riu baixo, o hálito quente na orelha dela, a mão apertando de leve a cintura dela por baixo do vestido.

— Você disse que precisava de mim hoje… do jeito mais errado possível. — murmurou, roçando o nariz na curva do pescoço dela antes de deixar um beijo lento ali.

Ele voltou a beijar o pescoço dela, dessa vez mais lento, provocando. Mordiscou de leve o lóbulo da orelha.

— Alex… — ela sussurrou de novo, agora segurando o braço dele como se fosse impedir, mas sem realmente afastá-lo.

— Que pergunta é essa, Ísis? — respondeu, segurando o queixo dela entre os dedos por um segundo. — Está com ciúmes da sua cunhada?

— Para, amor. — disse ela, empurrando levemente a mão dele. — Você sabe muito bem que eu não tenho ciúmes nem dela, nem da Olívia. É só curiosidade mesmo. Faz tempo que eu queria perguntar e sempre esquecia. Você já ficou com muitas mulheres…

Ele aproximou o rosto dela, o olhar sério agora.

— Zero interesse. — murmurou. — Ela é linda, sim. Mas louca demais. Só o Edgar mesmo pra dar conta.

Ele segurou a cintura dela com firmeza, trazendo-a um pouco mais para perto.

— E, pra terminar esse assunto… — disse, encostando a testa na dela por um instante. — Irmã de melhor amigo é território proibido. Ela sempre foi só amiga. Agora você… — ele roçou o nariz no dela — você anda cada vez mais gostosa.

A mão dele deslizou pela perna dela, puxando o vestido para cima. O vento frio tocava a pele exposta, contrastando com o calor que vinha do corpo dele colado ao dela. Alex apertou a curva da bunda dela e sentiu o arrepio imediato sob seus dedos.

— Alex, para com isso… alguém vai nos pegar aqui. — sussurrou, olhando rapidamente para os lados, o coração acelerado.

Alex passou a mão pela curva dela com firmeza, inclinando o rosto para o pescoço dela.

— Nossa… essa bunda está cada vez maior. — murmurou ele, voz rouca.

Ísis segurou os braços dele, tentando manter alguma racionalidade.

— Alex, para com isso. É melhor a gente sair daqui antes que apareça alguém. — disse, respirando fundo. — Você está impossível… parecendo um adolescente sem controle.

Ele soltou um riso baixo e inclinou o corpo, prendendo-a de leve contra a parede de vidro, sem machucar, apenas mantendo-a ali.

— Nesse escuro? Sem plateia? — sussurrou, os lábios próximos demais da boca dela. — Relaxa, minha deusa… você tem noção do que é ficar mais de um mês sem te comer? Desde cedo você está me deixando louco. Eu preciso de você.

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