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Segredos De Uma Noite Meu Marido Por Contrato (Olivia) romance Capítulo 339

Olívia despertou lentamente. Ainda envolta no calor da noite anterior, estendeu a mão para o lado da cama… e não encontrou Liam.

Franziu levemente a testa. Então ouviu. O som contínuo do chuveiro. Um sorriso preguiçoso surgiu nos lábios dela.

Sem pressa, levantou-se. A camisola deslizou pelo corpo e caiu aos pés. Ela caminhou até o banheiro, empurrou a porta devagar e ficou parada por alguns segundos apenas observando.

Liam estava de costas, os olhos fechados, lavando os cabelos. A água escorria pelos ombros largos, pelos braços fortes marcados pelas tatuagens que ela conhecia de cor.

Olívia o admirou em silêncio. Aquele homem era dela. Ela entrou no box sem fazer barulho e o abraçou por trás, colando o corpo ao dele. Liam sorriu imediatamente.

— Que surpresa boa… — disse, levando a mão para segurar a dela contra o peito.

Ela apoiou o queixo nas costas dele.

— Bom dia, mozão. — murmurou, depositando um beijo entre as escápulas dele.

Ele segurou o braço dela e a trouxe para frente.

— Bom dia, meu amor. — respondeu, afastando os fios molhados do rosto dela.

As mãos dele desceram instintivamente até o ventre dela, acariciando com cuidado.

— Bom dia, princesa linda do papai. — sussurrou, inclinando-se para beijar o ventre dela com delicadeza.

Olívia sorriu, derretida.

— Dormiu bem, mozão? — ele perguntou, passando o polegar devagar pela pele molhada dela.

— Maravilhosamente bem… — respondeu, deslizando a mão pelo peito dele.

Ele encostou a testa na dela.

— Então por que não dorme mais um pouco? Ainda é muito cedo… eu vou malhar. — disse, acariciando a lateral do rosto dela.

Olívia aproximou o rosto do dele, os lábios quase tocando os dele.

— Eu acordei com uma vontade absurda de você. — confessou, roçando o nariz no dele.

O olhar dele mudou. Aquele olhar enigmático que sempre a fazia perder o fôlego.

— Muito bom ouvir isso… — murmurou, apertando de leve a cintura dela.

Ele segurou a mão dela e ergueu o braço devagar.

— Deixa eu apreciar essa obra de arte. — disse, deslizando o olhar pelo corpo dela sem pressa.

Olívia sorriu e começou a girar lentamente sob o jato quente, oferecendo a ele uma volta completa.

Os olhos dele percorreram cada curva com admiração declarada.

— Cada curva sua é inconfundível… — murmurou, aproximando-se. — E seu mapa está comigo.

Ela levou a mão ao rosto dele, acariciou os lábios com delicadeza e deu um selinho demorado.

— Amo sentir seus lábios nos meus. — disse, mordendo de leve o lábio inferior dele.

Depois acariciou o rosto dele e beijou-lhe a pele.

— Eu adoro a cor da sua pele… adoro a nossa mistura. — sussurrou, deixando os dedos deslizarem pelo pescoço dele.

As mãos dela desceram lentamente pelo peito dele e pararam na altura do coração. Ela depositou um beijo ali.

— Eu me sinto tão segura quando estou nos seus braços… — murmurou. — E sinto esse coração acelerar por mim.

Ela sorriu, ofegante e ele a virou, posicionando-a de costas para ele. Com firmeza, encaixou o corpo dela contra o dele e a pressionou contra a parede fria do box. O contraste da água quente escorrendo pela pele com o azulejo gelado arrancou um suspiro dela.

Ele segurou o queixo dela, fazendo-a olhar por cima do ombro. Os olhos dele estavam escurecidos, completamente tomados.

— Nunca mais vamos ficar tanto tempo assim sem nos tocar. — disse baixo, a voz grave vibrando na pele dela. — Quando um de nós estiver sem vontade… o outro lembra o quanto a gente se pertence.

A mão dele deslizou firme pela cintura dela, trazendo-a mais para perto.

— Nos escolhemos todos os dias. Inclusive na cama.

O beijo veio no pescoço dela, lento e intenso. E não havia dúvida ali. Só decisão. Só eles. Os olhos dele estavam escuros, famintos, sem espaço para hesitação.

— Empina pra mim — pediu ele, a voz rouca, baixa, quase um rosnado que vibrou direto na nuca dela. — Empina gostoso, amor.

Olivia obedeceu devagar, arqueando as costas, empinando os quadris contra ele. O movimento fez Liam inspirar fundo, os dentes cerrados.

— Isso… assim mesmo — murmurou ele, as mãos grandes deslizando pelas curvas dela, atiçando, provocando. Ele roçava devagar, deliberado, deixando-a sentir cada centímetro da espera.

— Liam… por favor… — a voz dela saiu trêmula.

Ele inclinou o rosto até o ouvido dela.

— Você quer, né? — murmurou, a mão firme na cintura dela. — Quer que eu pare de provocar… e te tenha de uma vez?

Ela fechou os olhos, o corpo respondendo antes das palavras.

— Liam… por favor… — sussurrou, quase implorando. — Não me tortura mais…

Ele sorriu contra a pele molhada do ombro dela, um sorriso perigoso. E então começou. Lentamente no início, movimentos controlados, profundos, que faziam os dois sentirem cada segundo. Olivia abaixou a cabeça, mordeu o lábio inferior com força, respirou fundo tentando se segurar. Um tapa firme caiu na bunda dela, não forte o suficiente para doer, mas o bastante para incendiar. Outro veio logo em seguida, e ela arqueou mais, gemendo baixo.

— Isso, amor… mais forte — pediu ela, a voz entrecortada.

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