CAPÍTULO 138
Rebeca Prass Duarte
A minha vida não poderia ter ficado melhor. Não por eu ter conseguido vencer o Enzo nas provocações, por que isso não aconteceu..., mas porque eu gosto dessa briga constante de “poder” em que vivemos, porque isso deixa a nossa jornada leve e divertida.
Ele também não ganha todas as vezes, posso dizer que já o torturei muito nesse meio tempo, e a parte mais divertida é quando chego nas missões da máfia metendo tiros, e ele nunca descobre como, mas isso é um segredo meu.
Somos dois imprevisíveis, as vezes nos amamos e as vezes fazemos muito sexo, embora ele tenha se controlado um pouco, agora que a minha barriga está imensa, mas é só um pouco!
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Deitados na rede aqui de casa, ele gargalha conversando com os bebês, o Miguel e a Heloá, que estão agitados:
— Eles estão transformando a minha barriga numa montanha russa.
— Será que também brigam na barriga? Porquê olha o que fazem, parecem mudarem de lugar constantemente! — Enzo gargalhou.
— Esses vão dar trabalho!
Com a cabeça levemente erguida, eu passei a manhã toda com o Enzo, admirando cada movimento dos pequenos em mim.
Havia alguns momentos em que a minha barriga simplesmente ia de um lado para o outro, fazendo um movimento gostoso que às vezes até doía, mas eu não ligo para isso, adoro quando eles interagem, acredito que se ficassem quietos eu ficaria preocupada, já que não sentiria os movimentos deles, e assim também não poderia saber se estavam bem, assim me mantenho mais tranquila.
Enzo fica com a mão ali a todo momento, ele troca o lugar e às vezes coloca as duas para sentir os bebês, quando ele fala com aquela voz ridícula e fina, porém que me tira tantas gargalhadas.
— O papai está aqui, quem vai mexer primeiro? — ele fala e eu não me aguento.
Do nada percebi que o celular dele tocou e ele levantou da rede respondendo com a voz muito séria, disse que iria assim que pudesse e quando desligou, tentou me enrolar.
— Deu problema?
— Ah, não... eu só vou na boate resolver umas pendências e já volto! — sorri com cara de santa, mas por dentro já me preparava para sair.
— Está bem, amore... — ele me deu um beijo, e assim que saiu com o carro, eu liguei para o meu contato de parceria:
— Me diga se tem algo errado, nesse momento! — aguardei um pouquinho na linha e então sorri.
— Pode preparar a pistola que eles estão com problemas na boate, parece que o sistema de segurança foi hackeado!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Vendida para o Don
A história no começo era boa mas do capítulo 100 pra la virou piada! Nunca vi tanto uma palavra em um livro como a palavra “assenti” so em um capítulo as vzs tem 4 a 5 vezes!...
Me interessei muito pela história, quando colocará mais capítulos? Ansiosa por mais...
Diz status concluído, cadê o restante dos capítulos?...
Quando vão postar os novos capítulos? Estou aguardando ansiosamente....