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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 153

— Boy... Redbull? — ela já tinha se referido a mim daquela forma outro dia.

Maria Fernanda sorriu, sabendo que me deixou curioso e desligou. Tentou guardar o telefone, que confisquei e pus no meu bolso.

Fui em direção à porta para abrir e ela disse:

— Um dia... podemos ir de verdade para as Maldivas?

— Podemos. — falei instantaneamente, me odiando por isso.

Abri a porta e deparei-me com Davi. Sorri e o peguei no colo, trazendo-o para o quarto.

Meu filho agarrou-se ao meu pescoço e ficou olhando para Maria Fernanda, um pouco acuado. Ela, por sua vez, ficou hesitante, parecendo não saber como agir.

Os dois ficaram se encarando um tempo e Davi deitou a cabeça no meu ombro e sussurrou:

— Posso... ficar com a Maria um pouquinho?

Senti meu coração acelerar e uma sensação estranha tomar conta de mim, como se, uma vez na vida, tudo parecesse estar ficando no lugar.

Infelizmente não podia ser como eu gostaria que fosse. Enquanto eu tivesse dúvidas sobre Maria Fernanda, deixar Davi sob seus cuidados era perigoso.

— Onde está Shirley? — perguntei-lhe.

— Ela... foi ao banheiro. E eu fugi. — ele confessou.

Respirei fundo. Aquela mulher era paga para que, afinal?

Larguei Davi no chão e disse:

— Vá com a Maria. Eu vou buscar a Shirley.

— Não precisamos dela. — Maria disse imediatamente.

— Davi só fica com você na presença de Shirley.

— Enzo, você não...

Maçãzinha seguiu falando, mas eu não ouvi nada. Tudo que minha mente conseguiu absorver foi meu filho caminhando lentamente em direção à cama, hesitante, até... subir e ser abraçado por ela.

Ainda em transe, vi ela trocando o filme e os dois deitando-se de bruços, enquanto conversavam animadamente sobre algo que eu não consegui ouvir, poque ainda estava ali, observando meu mundo inteiro caber no espaço de uma cama.

A bunda de Maçãzinha estava coberta pelo tecido fino da seda, saliente, provocante. As pernas estavam levantadas e ela balançava os pés, rindo para o meu filho.

Meu pau reagiu. Ele sempre reagia. Minha mente trabalhava numa só coisa: uma maçã, vermelha, apetitosa, daquelas que dá vontade de morder e saborear lentamente. E esta maçã estava ali, a alguns metros de mim, sob uma calcinha comportada e um tecido de seda envolvente.

Se eu pudesse fazer um único pedido naquele dia seria bater meu pau na maçã que ela tinha tatuada na bunda até jorrar porra sobre a pintura definitiva.

Balancei a cabeça, saindo do transe. Quando percebi, Maçãzinha olhava atenta para o meu corpo, exatamente na região genital. Percebi que realmente eu estava duro. Virei as costas e saí imediatamente do quarto.

Assim que cheguei no corredor, fechei meu blazer. E fui procurar Shirley.

A encontrei no quarto de Davi. Assim que entrei, ela arregalou os olhos:

— Eu... fui ao banheiro e Davi...

— Davi fugiu — falei alto — fugiu porque você não tem capacidade de cuidar dele.

— Senhor Enzo, eu só fui ao banheiro...

Até que se prove o contrário... (III) 1

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