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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 152

Será que era possível puni-la pelo que fez e ainda assim beijá-la e fodê-la todos os dias?

Uma coisa era certa: mesmo que Maçãzinha fosse culpada, a prisão seria domiciliar.

Nos soltamos quando o ar nos faltou. Encarei Maçãzinha ofegante, com o rosto avermelhado e os lábios trêmulos.

— Nunca mais me pegue a força. — me acusou, levantando o dedo na minha direção, em tom acusatório.

— Eu... — estreitei os olhos, confuso — Não te peguei a força.

— Eu não deixei que me beijasse.

— Eu não preciso pedir permissão. Você é a minha esposa.

— Isso não te dá o direito de me tocar.

— Eu tenho todos os direitos sobre você.

— Vou te ensinar o que é casamento, Enzo Asheton.

— Como se você soubesse! Nunca foi casada antes.

— Nem você.

Aprenderíamos juntos. Mas sem a influência de Will, que além de encher a cabeça dela com porcarias, ainda tinha a chance de me denunciar por cárcere privado.

Joguei o celular no colchão e ordenei, sério:

— Liguei para Will e avise da sua viagem. Agora.

— Não.

Peguei o meu telefone e fiz uma ligação:

— Olá, senhor Lima. Enzo Asheton falando. Eu gostaria de conversar sobre aquela casa que foi hipotecada, que o deixei em estado de alerta.

Maria Fernanda pegou o telefone e fez a ligação:

— Oi, Will.

Eu não ouvia a voz dele do outro lado da linha.

— Viva-voz. — ordenei.

Ela pôs no viva voz.

— ... Então eu disse para ele que não acho que isso dará certo e...

— Oi, Will. — o deixei ciente de que eu estava junto.

— Oi, cunhado.

— Sobre o que está falando? — eu quis saber o que o levou a falar antes de mal ouvir Maria Fernanda. — O que não dará certo?

— O meu pai. A Fê não te disse que ele pagou por um tratamento experimental nos Estados Unidos?

Encarei Maçãzinha:

— Por que não me contou melhor essa história, amor?

— Porque você nunca perguntou, amor. — ela sorriu com ironia.

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