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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 183

— Ela é minha convidada. — Maria Fernanda sorriu, maquiavélica.

É claro que ela queria me desestabilizar emocionalmente. Ou... me testar.

— Maçãzinha... — eu não tive palavras.

Mas não passou pela minha cabeça que Maria Fernanda não tivesse um plano. Ela odiava Shirley. E o sentimento era recíproco. Eu não imaginava uma aliança entre as duas. Então resolvi jogar o jogo de Maçãzinha.

Sorri e fui na direção dela. Parei na sua frente, esperando que ela agisse, seja lá qual fosse o seu plano.

Ela retirou a toalha que encobria minhas partes íntimas, deixando-a cair no chão. Ainda vestia a camisola. E abriu as pernas, mostrando a boceta, que não estava coberta por uma calcinha.

— Seu desejo é um ménage, Maçãzinha? — perguntei, de forma séria.

— O que você acha disso, Enzo? — ela perguntou, sorrindo, abrindo as pernas para mim de forma provocante. — Quer um ménage?

Meu pau endureceu imediatamente. E a presença de Shirley desapareceu dali, como se só houvesse Maçãzinha e eu.

— Eu acho que não quero.

— Mas eu acredito que Shirley sempre teve desejos com relação a você. — ela olhou para a babá anzol. — desejos sujos. — sorriu, de forma irônica.

Olhei para Shirley, que seguia ali, como se estivesse sendo obrigada.

— Eu não desejo Shirley. — falei — Desde que te conheci, eu jamais senti desejo por outra pessoa. — confessei.

Aquilo deixou Maria Fernanda vulnerável e insegura por alguns segundos. Depois Maçãzinha pegou meu pau e puxou, me obrigando a aproximar-me dela.

Gemi. E não foi de prazer. Machucou aquele toque violento dela.

— Quer participar da nossa brincadeirinha, Shirley? — ela alisou meu pau, fazendo-me gemer involuntariamente.

Antes que Shirley respondesse, me antecipei:

— Não. Ela não vai participar.

— Eu não me importo em te dividir, Enzo.

Caralho, aquilo feriu meu coração. Eu mal suportava ver os olhos de outro homem sobre Maçãzinha e ela simplesmente dizia que não se importava se eu transasse com outra mulher? E o que era mais absurdo: na sua presença.

— Mas eu me importo em te dividir — alterei a voz — não faz a menor diferença se for homem ou mulher. Ninguém toca um dedo em você. Só eu.

Ela sorriu, como se esperasse aquela reação da minha parte. Talvez qualquer homem do mundo sonhasse com um ménage. Eu? Eu realmente não suportaria ninguém tocando a minha mulher. E sabia que foder outra era impossível. Ao menos não na presença dela. E nem na minha própria presença eu seria capaz de traí-la.

Maçãzinha me pôs sentado, nu, com um gesto rápido. Depois sentou-se no meu colo, de frente, envolvendo meu pescoço, repousando as mãos na minha nuca.

— Me beija. — sussurrou no meu ouvido.

Eu a desejava tanto que não conseguia sentir a presença de ninguém ali a não ser nós dois. A beijei, desesperadamente, ansiosamente.

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