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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 184

Eu ainda estava dentro dela. Tracei vagarosamente um caminho imaginário sobre suas costas, percebendo a sua pele arrepiar-se. Depois trilhei com beijos a linha de sua coluna, carinhosamente. E comecei a movê-la de novo.

— Eu quero morrer dentro de você — confessei — quero morrer gozando na sua boceta.

— 520, Enzo Asheton.

Que porra ela estava dizendo? Maçãzinha estava... cada vez mais estranha.

Mas entendi que era uma senha. Então tentei adivinhar qual era a minha parte, curioso sobre o que vinha se eu acertasse.

— 521. — tentei.

Ela riu. Riu alto. Mas em momento algum se virou para me olhar. Seus olhos estavam fixos nos de Shirley.

— Errou, Enzo. Agora só vai poder gozar dentro de mim uma única vez.

Quando novamente ela pegou meus braços para envolvê-la, eu gozei. Mas não parei de estocá-la um segundo sequer, até senti-la gozando no meu pau.

Quando Maçãzinha chegou ao ápice, meu corpo vertia suor, assim como o dela.

Maria Fernanda sentou-se ao meu lado e seguiu olhando para Shirley.

— Me chupa, Enzo. Lambe a minha boceta agora.

Fiquei atordoado. Como assim?

— Maria... — emiti o som de seu nome de forma fraca, tentando entender.

Ela enfim me olhou:

— Você não me quer, Enzo?

Olhei para Shirley. Claro que eu queria Maçãzinha de qualquer jeito. E chupá-la não era um problema para mim. Mas a presença de outra pessoa ali me deixava pouco à vontade.

— Ajoelhe-se, Enzo. — ordenou — me mostra o quanto eu te excito. E o quanto de fato você me quer.

Ajoelhei-me. Eu a queria eternamente. Nada mais que isso.

Lamber o meu próprio sêmen nunca foi algo que eu imaginei fazer. Nunca fez parte de algum fetiche. Mas ao ver sua boceta ali, perfeita, me esperando... eu pouco me importei com o que jorrava dela.

Passei a língua sobre toda sua extensão, ajoelhado aos seus pés, porque era exatamente daquele jeito que eu me sentia com relação a Maçãzinha: rendido, de joelhos.

Quando eu dizia que não importava quantas vezes ela tentasse me matar, ainda assim eu a queria, não era uma mentira.

Ela gemeu. E meu mundo inteiro parou de girar naquele momento. Maçãzinha me comandava com um simples som emitido de seus lábios.

Enfiei minha língua dentro da sua fenda úmida, fodendo-a com força. O gosto dela. Era aquilo que eu sentia. Eu era viciado naquela mulher.

Senti seus dedos entre meus cabelos. Primeiro ela afagou com carinho. Depois puxou os fios com força, antecipando um segundo orgasmo.

Quando ela relaxou e gemeu forte, quase num grito, eu gozei de novo. Gozei no chão. Senti meu pau expelir cada gota de sêmen, que se espalhou pela madeira mogno.

Maçãzinha me beijou, sugando minha língua, fazendo com que nos fundíssemos num só. O que fizemos ali foi a coisa mais íntima que um casal poderia compartilhar. E tudo... na presença da babá anzol.

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