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A babá é a mais nova obsessão do CEO romance Capítulo 46

POV Enzo

Me revirei na cama de um lado para o outro e não conseguia dormir. O motivo eu já sabia: Maçãzinha. Desde que eu conheci aquela mulher minha vida tinha virado de cabeça para baixo. Eu vivia praticamente por ela: maneiras de encontrá-la, métodos para mantê-la por perto, paranoias sobre como acessou o meu mundo... e tomou conta dele, de uma forma como nunca alguém conseguiu.

E eu não compreendia porque tamanha obsessão que eu sentia por Maçãzinha. Aliás, eu nem deveria cogitar tocá-la de novo, sabendo que era a provável pessoa que me dopou. E eu tinha que ter como único objetivo descobrir para quem ela trabalhava e por que me queriam dopado naquela boate.

Minha vida parecia tranquila demais para alguém me querer sem consciência depois de um boa-noite Cinderela. E, sem ser Zadock, eu não conseguia encontrar outros inimigos. Aliás, Zadock nem era mais um inimigo tão declarado.

A possibilidade mais provável era algo que pudesse estar relacionado a Davi. Me dopar deixaria meu filho vulnerável e desta forma qualquer um poderia tentar algo contra ele.

Amanza estava fora de alcance, trancafiada num lugar bem distante, sem previsão de saída. Então... quem e por qual motivo?

Eu não deixava de cogitar uma transa para gerar um filho. A própria Amanza havia feito aquilo no passado para garantir o próprio futuro. E, caso fosse aquele o objetivo de Maçãzinha, obteve sucesso, pois eu transei com ela sem camisinha.

Por quê? Eu jamais entenderia porque agi daquela forma, como um moleque idiota. Se a única vez que não usei preservativo tive um filho, por que numa segunda não aconteceria o mesmo?

Mas não... Maçãzinha não parecia estar grávida. O corpo dela estava perfeito. E eu tinha me certificado naquela mesma noite, horas atrás.

Não foi planejado acontecer o aconteceu aquela noite. Mas eu não pensei duas vezes. Soube que ela estava lá e fui atrás, sem traçar um plano. Como fui parar no banheiro, desta vez eu invadindo o espaço dela, eu jamais entenderia.

O certo é que tudo que eu pensava era em tê-la na minha cama. E fodê-la de verdade, longe de um cubículo de um lugar onde todos frequentavam. E, caralho, longe de um banheiro.

Senti meu corpo reagir aos pensamentos. Meu pau começou a ficar duro. Engoli em seco e pus a mão sob a calça, começando a alisá-lo, enquanto só via ela na minha frente.

Fazia um tempo que eu não me masturbava. Eu pagava mulheres para me masturbarem, me chuparem e me deixarem fodê-las. Agora só uma tomava conta da minha mente. E me fazia endurecer só de pensar nela.

Gemi, enquanto minha mão movimentava meu pau no ritmo que eu imaginava fodê-la com força contra a parede.

Até que ouvi uma batida na porta e fiquei com a mão no meio da extensão do meu pau, imóvel.

A porta se abriu, antes que eu desse autorização e Davi surgiu, com seu ursinho agarrado à mão.

— Papai, eu posso dormir com você? Tive um pesadelo.

Meu pau amoleceu imediatamente entre meus dedos. Me recompus, enquanto Davi corria na direção da minha cama, se jogando nela.

— Outro pesadelo? — perguntei, dando espaço para ele ao meu lado.

— Monstros. E eles eram horríveis.

Eu chamo o monstro de mãe 1

Eu chamo o monstro de mãe 2

Eu chamo o monstro de mãe 3

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