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A Babá "Feia" e o CEO romance Capítulo 60

Meus olhos não sabiam onde pousar. A calcinha de gatinhos era ainda mais ridícula de perto, e por algum motivo isso só me deixava com mais tesão.

Ela parou na beirada da cama.

Eu estava sem camisa, só de cueca, o lençol cobrindo da cintura pra baixo. Isabela parou o olhar bem no volume que se formava no meio das minhas pernas e abriu o sorriso mais safado do mundo. Senti meu pau mexer sozinho.

Puta merda. O que tava acontecendo?

Isabela puxou a coberta, senti a briza fria bater na minha pele, mas meu pau não se importava com nada disso. Continuava duro, me desobedecendo, me envergonhando. Ela sentou na cama, como se fosse absolutamente normal invadir o quarto do chefe no meio da noite vestida daquele jeito. Soltou o cabelo, deixando as mechas cairem ao redor do rosto, e só então percebi que ela tinha tirado os óculos, e que os olhos dela eram maiores do que eu lembrava, muito mais bonitos.

Ela subiu, os joelhos afundando no colchão, e ficou de frente pra mim, as pernas de cada lado do meu corpo. Não hesitou. Segurou meu rosto com as duas mãos, como se fosse me beijar, mas só ficou me olhando, os fios de cabelo caindo na minha cara, a respiração dela quente. O cheiro dela era doce.

—Você não vai falar nada? — ela sussurrou, voz baixa, provocante.

Eu tentei responder, mas não deu. As palavras sumiram, sei lá pra onde. Meu pau pulsava debaixo do tecido da cueca, e ela percebeu, claro que percebeu, ficou olhando pro volume, riu de leve, e passou a mão por cima, devagar, só pressionando o suficiente pra eu sentir o toque quente dos dedos, mesmo por cima do algodão.

Ela não tirou a calcinha. Só puxou o elástico pro lado, deixando uma faixa de pele à mostra, a buceta molhada, os lábios já brilhando. Ela subiu mais um pouco, e sentou em cima do meu pau ainda coberto pela cueca, esfregando até o tecido ficar úmido. Ela rebolava, sem vergonha nenhuma, friccionando a buceta em cima de mim como se estivesse se masturbando sozinha, e provavelmente estava.

O ritmo era lento. Ela se esfregava em mim como se estivesse sozinha, como se eu fosse só um objeto. O calor da buceta dela atravessava a cueca, me molhava, deixava tudo escorregadio. Eu não conseguia mexer mais nada além das mãos; o resto do corpo estava travado, rendido, completamente refém dela.

Levei as mãos pros seios de Isabela, por cima do sutiã. Apertei, primeiro devagar, depois com mais força, sentindo os bicos endurecidos contra meus polegares. Ela gemeu baixinho, um som rouco, quase um grunhido, e jogou o corpo pra frente, pressionando ainda mais o peito contra minha mão. Quis puxar o sutiã, rasgar aquela renda barata e lamber os mamilos dela até ela pedir pra parar, mas quando tentei, ela segurou meu pulso, firme, e não deixou.

Ela sorriu e abaixou minha mão até a boca, lambeu meu dedo, depois chupou. O jeito que a língua dela rodava no meu dedo, quente, úmida, só aumentava o meu desespero. Quando ela parou, olhou pra mim como se tivesse certeza absoluta que minha vontade era meter o pau na boca dela — e era mesmo.

—Você gosta de mandar, né? — ela disse.

Mordi o lábio, tentando recuperar o controle. Não consegui.

Ela subiu mais, sentando de verdade em cima de mim, o calor da buceta dela queimando por cima da cueca. Eu queria arrancar logo aquela calcinha, enfiar a língua, meter os dedos, mas ela mantinha o ritmo, esfregando, me torturando, até eu gemer baixinho, sem conseguir segurar.

—Agora quem vai mandar em você sou eu — ela falou, mordendo o lábio inferior, olhos cravados nos meus, como se me desafiasse a discordar. Eu só consegui gemer de novo, mais alto, e ela sorriu vitoriosa.

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