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A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 243

Ele para por meio segundo, com os lábios ainda no meu pescoço.

— Que sonho? — murmura contra a minha pele.

— Nenhum. Pensei alto — respondo, puxando-o de volta pelo colarinho.

Não dou espaço para ele insistir. Minha boca encontra a dele de novo, mais faminta dessa vez, e Blake responde com um som baixo, apertando mais a minha pele.

Blake me levanta um pouco mais na bancada, se encaixando melhor entre as minhas pernas, e o contato da minha pele contra o mármore frio me faz estremecer.

Seu quadril se pressiona ainda mais contra o meu, me fazendo perceber o quanto ele já está duro.

Meus dedos sobem devagar pelo peito dele, desfazendo o primeiro botão da camisa com calma proposital. Depois, o segundo.

Blake não desvia o olhar do meu, me observando com os olhos escuros demais para quem estava tentando resistir há poucos minutos.

Não sou só eu que estou perdendo o controle aqui.

Quando o tecido cai no chão, me inclino e passo os lábios pelo maxilar dele, descendo pelo pescoço, sentindo o músculo firme sob a minha boca.

Ele prende a respiração e as mãos apertam meus quadris com mais força.

— Você gosta de me enlouquecer — diz, com a voz rouca, contra minha boca.

— É a melhor parte do meu dia — respondo, sorrindo, satisfeita.

Blake solta um riso curto, abafado, que rapidamente se transforma em um som mais baixo quando desço a boca pelo peito dele, traçando com a língua o caminho que meus dedos abriram.

As mãos dele deslizam por baixo da minha camisola, subindo pelas costas com pressa, puxando o tecido para cima. Levanto os braços para ajudar e, em um segundo, a peça para no chão.

Blake enterra o rosto no meu pescoço novamente, deslizando os lábios pela minha pele até chegar aos meus seios.

Quando a língua dele roça o mamilo já sensível, solto um suspiro trêmulo, arqueando as costas sem pensar, oferecendo mais.

A boca dele se fecha ao redor do bico, sugando de um jeito que faz meus dedos se cravarem nos ombros dele. Cada movimento arranca um som baixo de mim, e eu mal consigo manter os olhos abertos.

— Blake… — sussurro, quase uma súplica.

Ele levanta o olhar por um segundo, e nos seus olhos escuros não há mais resistência, há um desejo quase bruto.

Então, sem aviso, ele me puxa mais para a borda da bancada, percorre as mãos pelas minhas coxas, tirando minha calcinha em um movimento rápido.

— Era isso que você queria? — pergunta, se abaixando entre as minhas pernas.

Ele roça os lábios na parte interna da minha coxa, subindo devagar.

— Vamos ver até onde você aguenta… antes de pedir pra eu parar.

Não tenho tempo de responder. Blake morde minha pele lentamente antes de deslizar os lábios quentes até meu clitóris.

O primeiro toque da língua me faz arquear as costas contra o mármore frio. Um gemido escapa alto demais, ecoando na cozinha silenciosa.

— Shhh… quietinha — murmura contra minha pele. — Você não quer que meus homens saibam que estou te fodendo com a língua, não é?

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