“Ivy Collins”
Antes que eu possa processar completamente o que está acontecendo, Lucas me vira de frente para ele na banheira, fazendo a água espirrar para os lados.
Meu coração dispara quando vejo o olhar dele, escuro, faminto, completamente focado em mim.
— Lucas… — começo, mas ele me silencia com um beijo possessivo.
As mãos dele descem pela minha cintura, me puxando mais para perto, e sinto a ereção dele roçando em mim.
Meu Deus. Ele realmente está pronto de novo.
— Ainda acha que sou velho demais? — provoca contra minha boca, mordendo meu lábio inferior. — Porque posso provar o contrário a noite inteira, se quiser.
— Eu… — tento responder, mas ele beija meu pescoço, descendo até meus seios, e perco completamente o raciocínio.
— Responde, Ivy — ordena, passando a língua pelo mamilo. — Ainda acha que preciso de um tempinho para te foder de novo?
— N-não — consigo gaguejar quando ele chupa meu mamilo.
— Ótimo. Mas isso não vai te impedir de cavalgar esse velho aqui até implorar para parar.
Sinto meu corpo reagir às suas palavras, mas, ao contrário do que espero, Lucas se levanta e sai da banheira.
— Fica aqui — ordena, saindo do banheiro.
Franzo as sobrancelhas, confusa. O que ele vai fazer?
Ele volta poucos segundos depois, com uma embalagem de preservativos na mão e um sorriso presunçoso no rosto.
— Onde estávamos? — pergunta, voltando para a banheira.
— Acho que você ia me provar alguma coisa — respondo, tentando soar mais confiante do que me sinto.
O olhar dele escurece instantaneamente.
Ele se senta na borda, abre a caixinha, pega um preservativo e o coloca rapidamente. Então, me puxa para sentar no colo dele novamente, de frente.
— Agora sim — murmura, segurando minha cintura. — Desce devagar. No seu tempo.
Apoio as mãos nos ombros dele e me posiciono sobre sua ereção. Desta vez, não dói tanto quanto antes. Ainda incomoda um pouco, mas é diferente.
— Relaxa — ele sussurra, acariciando minha cintura. — Você manda agora. Vai no seu ritmo.
Respiro fundo e desço devagar, sentindo-o me preenchendo centímetro por centímetro. Lucas geme baixo, apertando minha cintura com força, claramente se controlando para não me apressar.
— Porra, Ivy — ele geme, enterrando o rosto no meu pescoço. — Você vai me matar.
— Ainda acha que consegue me fazer gozar várias vezes? — provoco, ganhando confiança. — Porque você parece prestes a ter um…
Não termino a frase, porque Lucas me agarra pela cintura e inverte nossa posição num movimento só, me prensando contra a parede fria da banheira, ainda dentro de mim.
— Você pediu por isso — murmura no meu ouvido.
E então ele começa a se mover rápido, forte, profundo. Completamente diferente da primeira vez.
Grito, cravando as unhas nas costas dele, sentindo cada investida tirar o ar dos meus pulmões.
— Ainda acha que sou velho, ruivinha? — provoca, acelerando ainda mais o ritmo. — Porque posso fazer isso a noite inteira.
— Não é velho… você não é… — não consigo terminar, porque ele atinge um ponto específico que me faz ver estrelas.
— Isso — ele geme, satisfeito. — Agora grava isso na sua cabecinha: posso ter trinta e quatro anos, mas vou te foder até você esquecer até o seu próprio nome.



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