O quarto estava escuro, abafado. E Noah agia como se eu pertencesse a ele.
Ele me sentiu na beirada da cama logo depois de me beijar.
— Vamos continuar de onde paramos, Aurora.
— Noah eu só disse aquelas...
— Xiiii... Não importa, vamos seguir o acordo. Você na minha cama e pode gastar o dinheiro que quiser com quem quiser.
Tentei reagir, ficar brava, mas naquela posição eu vi exatamente quando o corpo dele reagiu.
O movimento lento, mas fascinante de quando um homem te deseja.
Eu me sentia linda quando Noah me olhava daquela forma. E poderosa quando o corpo dele gritava pelo meu.
Noah percebeu o meu olhar. Eu sentia vontade de tocar, provar... de sentir.
— Por que está olhando assim, Aurora? Já resolvemos a questão da virgindade e pelo que me lembro você gostou bastante.
— Eu não estou olhando!
Quis mentir, mas Noah se aproximou mais e o calor do pênis rígido acariciou o meu rosto.
Fechei os olhos com a sensação que só melhorou quando ele segurou a própria masculinidade e passou nos meus lábios.
— Abre a boca.
Separei um pouco os lábios. Eu sentia Noah guiar o membro firme na parte da frente dos meus dentes. Quando ele forçou e eu mantive o maxilar firme.
A rigidez escorregou para o espaço entre minha bochecha e os dentes. Noah começou um vai e vem segurando meus cabelos.
— Aaah... Magricela.
Não sei quando abri a boca e deixei que ele tomasse minha garganta. Mas o fato é que aproveitava cada centímetro do pênis de Noah, mesmo que não conseguisse ter nem a metade.
— Isso, Magricela, respira pelo nariz e usa a língua para dar o limite, minha gostosa.
Noah segurava meu cabelo enquanto se afundava em mim. De repente ele se afastou. Puxou minha roupa enquanto os olhos queimavam sobre cada centímetro de pele exposta.
— Deitada, Aurora.
— Eu não vim aqui para isso.
— Veio sim. Deita e deixa eu ver o que tem entre essas coxas lindas.
Obedeci ao meu marido e abri as pernas. Noah olhava meu corpo com um tipo de curiosidade que me fez me sentir perfeita.
Noah tirou minha calcinha e se abaixou na beirada da cama. Beijou minha perna. Ele chegou na minha entrada, mas apenas passou a língua.
Deitou sobre o meu corpo deslizando os músculos sobre mim e passou a sugar meus seios.

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