Noah entrou em mim devagar.
Não se moveu, apenas se afundou até que nossos corpos estivessem completamente encaixados. Forçou e segurou enquanto me observava tentar rebolar no membro dele.
— Você gosta de ser minha mulher, Magricela?
Minha voz era um gemido. Algo se movia enquanto falava e isso fazia eu querer desesperadamente que ele me tomasse com força, que me beijasse, que mordesse minha pele como tinha feito a primeira vez que fizemos amor.
— Gosto! Eu, Noah. Eu gosto muito.
— É... Você gosta. Estou vendo que gosta quando eu faço assim, oh.
Noah saiu quase inteiro e forçou de novo, fundo e com uma firmeza que mostrava exatamente o tom da brincadeira.
Mas algumas estocadas depois ele saiu.
— Para! Eu quero ir embora.
— Não quer. Você veio procurar isso.
Ele me virou de bruços e entrou de novo. Dessa vez Noah não parou até que eu estivesse gozando com as unhas cravadas no lençol e os dentes presos na minha própria mão.
A boca de Noah no meu pescoço. Meus seios prensados contra a cama e ele atrás de mim.
Nada podia ser melhor do que aquilo. Mesmo sendo uma mentira. Com certeza era a melhor mentira da minha vida.
— Vem, quero você por cima.
— Eu não sei como.
— É só sentar até eu estar inteiro dentro de você. O resto eu faço.
Obedeci.
Noah ficou de barriga para cima, segurou o membro na posição e eu desci. Descobri que prazeres podem ser diferentes, maravilhosos e complementares.
Ele se movia embaixo de mim enquanto guiava o meu quadril.
Às vezes doía e eu tentava controlar a descida, mas Noah me puxava para baixo até que eu batesse contra o corpo dele. Uma espécie de dormência começou a surgir no meu ventre.
A cada estocada a sensação se espalhava mais.
— Isso, Magricela, aperta.
Eu não tinha ideia do que estava apertando, mas quando o ápice explodiu dentro de mim eu senti minha intimidade pressionar Noah sem que eu pudesse fazer nada para evitar.
Ele gemeu junto comigo. A voz rouca completou o meu prazer e caí sobre ele sem conseguir me mover.
— Ainda não, Magricela. Você veio brincar, não veio?
Noah voltou a beijar o meu corpo, deslizou a mão para o meio das minhas pernas, não havia mais nada que não tivesse tomado pelo cheiro do meu prazer.
A minha umidade tinha chegado às coxas e o lençol também estava molhado.
Fiquei com vergonha.
— Espera...
Ele continuou deitado nas minhas costas. De lado, beijando meu ombro enquanto o dedo entrava na minha vagina e saía escorregando até meu ânus.
Noah circulava com o dedo, mas não entrava, só repetia o processo. Eu estava com a perna apoiada no joelho dele.
O carinho me fez esquecer a vergonha e relaxar.
O dedo entrou.
E apesar da queimação eu gostei da sensação, o outro me invadiu em seguida. Eu sentia a minha pele ser esticada pelos dedos grandes de Noah.
Mas era bom apesar da dor.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Esposa Errada do Bilionário Casada por Vingança