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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 228

POV: AIRYS

Daimon deslizou a mão pela lateral da minha coxa, erguendo-a com firmeza e prendendo-a em sua cintura, como se fosse uma extensão dele. Senti cada músculo de seu corpo rígido, em tensão, como uma fera prestes a me devorar por inteira. Seus dedos cravaram em minha perna, arranhando a pele sensível com as garras que ele nem se preocupava mais em esconder, deixando marcas. E eu amava cada uma.

Ele roçou a ereção em minha entrada, provocando com movimentos curtos e controlados, mas não entrou. Apenas pressionava o suficiente para me fazer implorar. Um arrepio feroz atravessou minha espinha. Meu corpo implorava. Minha loba urrava.

“Ele vai nos fazer perder o juízo...” Rielly arfou, faminta, insaciável. “Mais... agora. Puxa ele para dentro. Domina esse Alfa antes que ele destrua a gente por completo.”

Ofeguei, desesperada, sentindo as pulsações intensas entre minhas pernas. Meu corpo estava um caos. Tensão. Ansiedade. Desejo. Fome. Era como se eu estivesse prestes a queimar de dentro para fora.

Puxei Daimon com força pela nuca, trazendo seu corpo contra o meu, colando nossos peitos, nossas bocas, nossas vontades. Ele rosnou em aprovação, seus olhos faiscando com luxúria e domínio absoluto.

Eu não precisava dizer nada. Ele sabia o que eu queria.

— Ainda não posso te punir como desejo. — Ele murmurou com a voz baixa, carregada de ameaça e luxúria, o timbre rouco vibrando diretamente no meu ouvido. Senti o toque gelado de suas presas roçando meu pescoço sensível, enquanto ele aspirava meu choro silencioso com a ponta do nariz, como se quisesse memorizar até isso em mim.

— Mas quando estiver recuperada, Airys, — sua voz caiu para um tom mais grave, sombrio, animalesco — vou garantir que cada parte do seu corpo se lembre exatamente a quem pertence.

“Adoro essas promessas.” Rielly praticamente ronronou dentro de mim, faminta, cheia de malícia, provocando como sempre. “Ele poderia facilmente nos caçar... e nos devorar deliciosamente.”

A imagem que isso trouxe me fez tremer. Literalmente. Cada músculo do meu corpo reagiu ao tom do Alfa, ao seu olhar feroz, à ameaça embutida em sua promessa. Meu coração batia acelerado, minha pele estava em brasa, e o centro do meu corpo implorava.

Daimon me fitou com aquele brilho intenso nos olhos, um brilho de puro domínio. E sem desviar o olhar, agarrou meu pulso com firmeza e tirou minha mão da extensão dele. Levei um pequeno susto, contive a respiração, sem conseguir sequer piscar. Ele levou minha mão à boca e a beijou, devagar, como se selasse um juramento. Seus lábios estavam quentes, firmes, molhados.

E então, sem aviso, ele se posicionou.

A ponta de sua ereção roçou minha entrada quente e sensível, e meu corpo respondeu com um arrepio inteiro, da nuca até os dedos dos pés. Ele entrou devagar, em um movimento cuidadoso, mas intenso, preenchendo centímetro por centímetro, quente, grosso, latejando de desejo. Um gemido arrastado escapou de mim junto com o ar preso nos pulmões.

— Nossa... — suspirei, quase ofegando, cravando as unhas em seus ombros, sentindo os músculos rígidos sob minha palma. Ele rosnou com o toque, um som grave que veio do fundo do peito, vibrando contra mim. Eu o apertei com força dentro de mim, e senti seu corpo inteiro se retesar com a pressão.

— Airys... — gemeu ele, ofegante, afundando mais fundo, até o limite, enquanto mordiscava meu ombro exposto com cuidado e brutalidade ao mesmo tempo. Suas presas arranharam minha pele, seus lábios sugaram, e o calor da sua língua contrastava com os arrepios que corriam pela minha espinha. — Tão deliciosa... tão minha...

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