Entrar Via

A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 267

POV: AIRYS

Sem cerimônia, bati na mão dele, o que fez parte da tequila voar direto na manga do terno engomado.

— Ei! — protestou. — Quantos anos você tem? Cinco?

Bufando, passou as mãos pelos cabelos e soltou aquele típico suspiro teatral de quem finge estar lidando com uma causa perdida. Depois, deu uma olhada rápida no relógio de pulso.

Foi quando o sorriso dele se alargou. De verdade. Do tipo que não era só zombaria.

Algo ali mudou.

— Você tá estranho… — comentei, apertando os olhos, desconfiada.

Ele se levantou num pulo leve, cheio de energia, como se tivesse sido acionado por um botão secreto. Estendeu a mão para mim, a palma aberta, firme, convidativa.

Franzi o cenho, sem entender.

— Vamos.

— Para onde? — perguntei, estreitando os olhos com desconfiança. — E não adianta mudar de assunto, Jasper. Com quem foi o encontro? Vai, desembucha logo!

Me levantei em um pulo, cruzando os braços e encarando ele de frente.

— Me conta!

Jasper apenas sorriu. Aquele sorriso safado de quem sabe mais do que deveria e adora provocar.

— Luna… — começou, com aquele tom dramático típico dele — não sou eu que tenho um encontro hoje. É você.

Antes que eu pudesse reagir, ele me puxou pelo pulso, ignorando minha tentativa de resistir.

— Jasper! — protestei, tropeçando pelos corredores enquanto ele praticamente me arrastava.

— Confia em mim — respondeu, com um brilho animado nos olhos enquanto abria uma das portas do corredor e, sem cerimônia, me empurrou para dentro.

— O quê? Como assim?! — virei na mesma hora, indignada, apontando o dedo para ele. — Você bateu com a cabeça? Meus filhos te derrubaram da escada de novo? Tá com contusão, é isso?

Me aproximei, pronta para examinar seu crânio com t***s se fosse necessário, mas ele segurou minha mão antes.

E apontou com a cabeça para o interior do cômodo atrás de mim.

— Eu tô ótimo. — respondeu com um sorriso torto. — Agora vai, mãe.

— O quê?! — encarei ele, chocada.

— Isso mesmo. Mãe. — repetiu, se divertindo com a minha cara. — Não seja chata. Vá se arrumar. As empregadas estão aí dentro, e tem até maquiador.

— Maquiador? Espera aí... me arrumar pra quê, exatamente? — Me virei devagar, com a sobrancelha arqueada e os olhos arregalando conforme o cenário se revelava à minha frente.

Um enorme espelho central. Uma cadeira digna de realeza. E ao redor, uma equipe inteira me aguardando em silêncio, cabeças baixas, todos com aquele ar respeitoso e... formal demais.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO