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A LUNA HUMANA VENDIDA AO ALFA SUPREMO romance Capítulo 380

POV: DAIMON

“Na nossa boca, Alfa!” Fenrir grunhiu com desejo voraz.

— Daimon... — Ela sussurro, deslizando os dedos por entre meus fios, puxando ainda mais para sua fenda, rebolando para frente em busca de mais... Aumentando o ritmo enquanto a lambia e sugava ainda mais com desejo.

— Se perca em mim, Coelhinha... — Ordenei, com fome, desejo, maldade.

Suguei, lambi por completo, puxando-a cada vez mais para frente, mais em minha boca, era simplesmente deliciosa, maravilhosa, perfeita em tudo. Suas pernas estremeceram em espasmos fortes, Airys uivou alto de desejo na explosão de prazer, cravando as garras em minhas costas, rasgando a carne sem piedade, enquanto se desfazia na ponta da minha língua. Absorvi cada gota, era tudo meu, me pertencia cada partícula.

Airys desceu lentamente a perna, o vestido caindo por completo, e me olhou com aquele sorriso de canto, um sorriso travesso e cheio de provocações. Ela se afastou, nua, sem vergonha, se expondo completamente, e eu não conseguia desviar o olhar. A perfeição diante dos meus olhos era apenas minha. Ela não precisava de nada mais, estava toda ali, à minha disposição.

Ainda de joelhos, inclinei a cabeça para o lado, observando seus movimentos com o olhar predatório, fixo. Cada passo que ela dava em minha direção me fazia perder a noção do que era controle, e eu gostava disso. Ela caminhou até a gaveta, pegou uma venda, e voltou.

O que ela faria a seguir? Eu não sabia, mas a expectativa me devorava. Ela se inclinou para frente, os lábios mal tocando os meus antes de tomar o beijo para si, quente, obsceno, intenso. A língua dela se moveu com uma fome que se igualava à minha, e o desejo transbordava em cada toque.

Minhas mãos se moveram rapidamente para agarrar seu corpo, mas fui interrompido por um tapa nas minhas mãos. Semicerrei os olhos, encarando-a com uma mistura de surpresa e prazer.

— Não disse que podia tocar, Alfa. — Ela sorriu, audaciosa, com aquele ar safado que me enlouquecia.

Minha respiração ficou mais pesada, o corpo tenso de desejo.

— Feche os olhos... — Ela sussurrou, os olhos desafiadores, e a voz sensual, carregada de prazer. — Me deixe te fazer sentir o quanto o desejo me consome... e o quanto você me pertence.

"Ela sabe exatamente o que está fazendo. Não é à toa que você está perdendo a cabeça, Alfa.” Fenrir riu baixo na minha mente.

Deslizei a língua pelos meus lábios, ainda cobertos pelo gosto dela. Fechei os olhos por um instante, absorvendo cada resquício. O sabor era forte, quente, viciante. Mordi de leve, sentindo meu corpo pulsar de desejo incontrolável.

— Acredite… — murmurei, a voz grave e rouca. — Sentir isso na boca… me deixa perigosamente faminto.

"Você está babando por ela, Alfa... literal e mentalmente. É patético. E delicioso."

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