POV: DAIMON
— Você gosta mesmo de me provocar, pequena... — Rosnei baixo, prendendo seus lábios com os meus, sugando com força enquanto minha mão alcançava o tecido fino entre suas pernas.
Puxei a calcinha em um movimento rápido e bruto, rasgando o tecido com facilidade, ouvindo o som se perder no ar junto ao arfar surpreso dela. O cheiro dela se intensificou no instante em que o tecido caiu no chão.
“Rasga tudo, quero ela nua, gemendo e implorando, como só nós conseguimos arrancar.” Fenrir murmurou com um ronco animalesco de puro desejo, salivando na minha mente.
— Não se atiça uma fera faminta, Coelhinha... — Inclinei mais o corpo, roçando meu peito nu contra os seios dela, sentindo os mamilos rígidos arranharem minha pele como convite. — Acha que vai me provocar e sair ilesa?
Ela arqueou o corpo, arfando contra minha boca, os olhos semiabertos enquanto seus dedos cravavam em meus ombros.
— Talvez... — sussurrou com um sorriso indecente. — Eu goste de ver você perder o controle.
Sem aviso, mergulhei um dedo em seu interior quente e pulsante. Airys arqueou o corpo, soltando um gemido rouco e involuntário que vibrou direto no meu peito. Soltei seus lábios e desci, mordiscando a carne macia de suas coxas com fome crua, sentindo seu gosto se misturar à sua excitação crescente.
Deslizei a língua até sua fenda, lenta, firme, sem pudor, enquanto introduzia um segundo dedo, estocando com ritmo calculado. A cada investida, girava os dedos, tocando o ponto exato que a fazia estremecer e gritar baixinho. Suas pernas se tensionaram em volta dos meus ombros, o corpo tremendo de prazer.
Beijei a virilha com devoção suja, deixando a respiração quente contra sua pele molhada. Passei a língua pelas bordas da sua intimidade, saboreando cada reação como uma maldição viciante.
— Daimon... — Ela gemeu alto, a voz falhada, jogando a cabeça para trás, se entregando. — Caramba... uau...
— Isso, minha coelhinha... — Rosnei com a voz baixa, enquanto mordia a lateral interna da coxa, deixando uma marca. Seu corpo arqueou, as mãos puxaram meus cabelos, tentando me controlar, em vão.
Com a mão livre, puxei seu quadril com força, arrastando-a mais para a beira da cama, posicionando sua perna sobre meu ombro. Abri espaço e afundei o rosto ali, mergulhando na intensidade do que ela era.
— Ainda não, minha Lobinha... — Sussurrei contra sua pele, com um sorriso torto, quase cruel. — Eu mal comecei.
— Convencido. — Ela resmungou com a voz trêmula, arfando, a respiração falha e os olhos semicerrados pelo prazer.
Mal terminei de ouvi-la e deslizei a língua pela fenda quente e úmida, mergulhando sem pedir permissão. O corpo dela reagiu no mesmo instante, contraindo ao redor da minha boca como se me puxasse para mais fundo. Suguei com força, lambi com vontade, e abocanhei seu ponto mais sensível com fome impiedosa.

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