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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 39

Lucretia e o pai passaram o restante do dia no escritório. Ele deu a ela alguns documentos para que ela verificasse, o que logo Lucretia fez de forma automática. Era como voltar aos velhos tempos.

Quando já era quase hora de eles finalizarem o expediente, Corrado se recostou na cadeira e Lucretia sentiu o olhar do pai recair sobre ela.

— O senhor deseja dizer algo, pai? — ela perguntou, sem parar de fazer o que estava fazendo.

— Você e o Alfa Kolby… realmente terminaram o relacionamento sem me dizer nada? — ele perguntou e conseguiu a atenção da filha, que levantou os olhos e o encarou.

— O que o senhor acha? — ela devolveu com uma pergunta e Corrado inspirou fundo.

— Eu acho que é uma mentira. Eu só quero entender o motivo. — Ele falou. — Por acaso… você vinha de conversa com o Alfa Rhys e, então, Kolby resolveu se vingar e foi para a sua irmã?

Lucretia queria rir da linha de raciocínio do pai, porque nela, Deidra era completamente inocente. Na verdade, ela até poderia ser chamada de vítima, uma vez que foi “usada” por Kolby, enquanto Lucretia, claro, era a vagabunda que tinha traído o noivo. E o pobrezinho, num momento de desespero, foi atrás da outra filha do Alfa.

Ela colocou a caneta em cima dos papéis e encarou o pai, dessa vez, de maneira profunda.

— O senhor realmente acha que eu sou desse tipo? Que eu… trairia quem escolhi para ser o meu companheiro?

A pergunta era uma cutucada no próprio Corrado, afinal, ele foi infiel no relacionamento dele, arranjou outra família e, agora, Lucretia sofria com a existência daquelas duas, que desde que pisaram no bando deles, só serviam para dar problemas.

— Eu não sei. Mas não gostei de não saber o que estava acontecendo, bem debaixo do meu nariz!

— O senhor não sabia ou fingia não saber? — Lucretia perguntou e se levantou. — Porque, de todos os jeitos, eu sou sempre a vilã, não é? Enquanto a sua filha preferida e tão perfeita, Deidra, seria incapaz de ir atrás do futuro cunhado e armar contra a própria irmã. A verdadeira herdeira por sangue. Mas também, o que esperar? Tal mãe, tal filha.

— Lucretia!

— Estou mentindo? — ela perguntou, incrédula. — O senhor trouxe uma meretriz para a casa. E eu não julgaria Deidra como a mãe dela, porém, ela me deu provas, mais de uma vez, de quem ela é filha. Agora, se o senhor me dá licença, vou me retirar. O serviço por hoje está terminado.

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