Dentro do carro, Rhys esperou até que eles entrassem no território do ShadowBlood para parar o veículo e empurrar o banco de Lucretia para que ela ficasse deitada.
— Oh! — ela disse, segurando-se. — Minha nossa, poderia avi…!
Rhys a beijou, segurando-a pelo pescoço e indo para cima de Lucretia. O beijo foi possessivo, cheio de desejo.
— Você vai pagar por ter ficado longe de mim, Lucretia Bellanti! — ele rosnou na boca dela, indo com a mão habilidosa para o zíper do vestido na lateral.
— Pago com prazer. — Ela respondeu e Rhys soltou uma risada cínica, apertando o seio de Lucretia e puxando o vestido dela de vez para baixo.
— Me deixou com raiva quando ficou naquele bando! Com aqueles malditos machos olhando pra você, cheios de desejo!
Pela forma como Rhys segurava o pescoço de Lucretia, ela sabia que ele seria intenso. Ele se livrou da própria roupa e levantou as pernas dela. Rhys se afastou um pouco para poder olhar a intimidade dela, que implorava para ser tocada.
Lucretia passou dois dedos do clitóris até a entrada, olhando para Rhys e mordendo os lábios ao inserir as falanges. Ela gemeu.
— Ah, porra! — Rhys soltou. Ele queria chupar Lucretia, mas o carro era pequeno demais para isso! — Eu vou te foder agora, só pra poder aguentar até chegar na packhouse!
Quando ele entrou, Lucretia gritou, mas se moveu em direção a Rhys, procurando mais contato. Ele ficou parado, vendo como ela ia e voltava, ele dentro dela. A forma como a intimidade dela se agarrava ao membro inchado dele o enchia de mais tesão.
“Puta que pariu. Essa fêmea… vai ser a minha morte!” Rhys pensava, enquanto se movia com vontade e velocidade.
— Isso… aí, Rhys! Aí! Oh! Eu vou… eu…
— Goza pra mim. Goza!
Lucretia estremeceu e puxou Rhys para mais perto, prendendo-o com as pernas com força. Ele ficou parado e se deixou sentir o aperto das paredes dela, gozando também. Nesse momento, o desejo de marcá-la falou alto e Rhys não resistiu, mordendo-a.
Os olhos de Lucretia reviraram. A dor, misturada ao prazer, a fez gozar novamente e ela sentiu o corpo ficando fraco. Rhys queria continuar, mas optou por deixar para quando chegassem em casa. Ele lambeu a marca no pescoço dela, para que cicatrizasse mais rápido, e a beijou nos lábios.
Saindo de dentro dela, ele pegou no porta-luvas o pacote de lenços umedecidos e papel, e os limpou. Ele colocou a calça de volta e ajudou Lucretia a colocar o vestido.
— Vamos pra packhouse e continuaremos lá a nossa noite. — Ele olhava para a estrada e sorriu.
Lucretia dormiu e só acordou quando Rhys já estava colocando-a em cima da cama. Ele começou a tirar o vestido dela, calmamente.
— Sim, senhorita. — Liliana respondeu, sorridente. — Precisa de mais alguma coisa?
— Não, só isso, obrigada!
Após Liliana sair, Lucretia não estava com muita fome. Ela estava curiosa, preocupada. O que teria acontecido para tirar Rhys tão cedo da cama?
Ela terminou de comer apenas para fortalecer o corpo, tomou banho, trocou de roupa e pegou a bolsa. Ela foi até o quarto do Beta e bateu lá, mas Haylie não estava. Ela tinha ido cumprir algum pedido do marido e Lucretia suspirou. Ela não podia usar o mind-link com a amiga, porque Lucretia e ela já não eram mais do mesmo bando. Agora, Haylie pertencia oficialmente ao ShadowBlood. E Lucretia ainda não era Luna. Então, o jeito foi enviar uma mensagem e seguir caminho.
— A senhorita vai sair? — Liliana perguntou.
— Sim, vou ao Centro. Quero comprar algumas coisas.
— Sim, senhorita.
Lucretia pegou o carro que tinha disponível e se foi. Havia um Centro comercial não muito longe dali. Era basicamente humano, mas serviria. Lucretia queria apenas comprar algumas roupas e ver alguma novidade.
O problema foi que, do lado, alguma coisa atingiu o carro dela no meio do caminho.

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