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A Segunda Chance do Alfa: Minha escrava, minha Luna. romance Capítulo 63

Rhys estava na borda, terminando de resolver o problema com os rogues. Houve um ataque, com feridos, incluindo humanos. Isso era preocupante, porque ainda que o Governo soubesse da existência dos bandos e houvesse um entendimento entre eles, a população humana, no geral, não tinha ideia de que lobisomens existiam de verdade. E, se a notícia se espalhasse, seria um problema, porque o Governo não mais poderia ignorar a situação.

— Como isso aconteceu? — Rhys perguntou. — Aqui não é uma área que humanos costumam andar.

— Não sei, Alfa. Ficamos surpresos quando vimos humanos aparecendo no meio do confronto. — Um dos guardas da borda falou. Ele estava coberto de sangue de rogue. — Enquanto estávamos defendendo o território, simplesmente um grupo de humanos apareceu. E, claro, os rogues não deixaram isso passar. Os atacaram.

Com as mãos na cintura, Rhys apenas concordou com a cabeça. O ataque em si também foi bem estranho. Ali era uma área com boas árvores, ou seja, tinha bastante comida fora do território do ShadowBlood. Não era necessário entrar. Inclusive, um córrego passava não muito longe dali.

E os humanos… o que estavam pensando, indo para uma área tão distante da civilização? A cidade mais próxima ficava a quilômetros, mas em outra direção. Mesmo para pesquisas, eles não iam ali. Não havia nada para eles, além de árvores e animais selvagens. Uma péssima escolha de itinerário.

Após dar todas as ordens necessárias, Rhys estava prestes a se transformar quando recebeu uma mensagem via conexão mental.

[“Alfa, a senhorita Bellanti saiu. Disse que ia ao Centro fazer compras. Porém, encontramos o carro dela, sem ninguém dentro.”]

O corpo de Rhys enrijeceu na mesma hora. Ele tinha uma sensação ruim quando começou a se afastar do bando. E, enquanto ouvia os soldados, essa sensação só piorou.

Embry uivou dentro dele, exigindo que Rhys fizesse algo!

[“Estou indo. Quero que as buscam iniciem!”]

[“Já estamos trabalhando nisso, Alfa!”]

Com um rosnado alto, Rhys se transformou e correu com grande velocidade, os pelos escuros esvoaçando atrás dele, os olhos ressecando tamanha a rapidez com que ele se movia. Mas não parecia ser o suficiente.

Seguindo as coordenadas do soldado que o informou da notícia, Rhys chegou ao carro. O veículo estava virado de lado, com uma enorme marca na porta, que estava aberta. Alguma coisa, tinha batido ali, com muita força, e feito o veículo sair da estrada, capotando várias vezes.

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