(POV/ Rocco)
Ela se sentou na cama e engatinhou até a beira. Eu estava de pé, pelado, e ela só de calcinha. Hesitou um pouco, mas envolveu meu membro com seus pequenos dedos. O toque dela era inexperiente, mas carregado de uma curiosidade que me fez soltar um rosnado. Ela foi além, abaixando a cabeça e provando o topo com a ponta da língua, uma exploração desajeitada que quase me fez perder o controle. Ela enfiou na boca e passou a língua.
Caralho, que boca quente. Me contorci para não gozar. Eu precisava dela, precisava estar dentro dela. Joguei-a de volta na cama, abri as pernas dela e retirei a calcinha com cuidado. Ela estava transbordando. A pele clara, a buceta rosa com os lábios carnudos e bem desenhados. Eu ia me acabar nessa buceta.
Estava pronto para o impacto, mas por medo de machucá-la, caso a experiência fosse pouca, resolvi testar o terreno primeiro. Enfiei um dedo para sentir a umidade e ela estava encharcada, quente como um forno. Mas, ao tentar deslizar o segundo dedo, senti uma resistência que não fazia sentido. Era apertado demais. Uma barreira que nenhum "serviço completo" de bordel deveria ter.
Parei o movimento. O sangue latejando na minha têmpora. Olhei para ela, que estava com o rosto se contorcendo de prazer, mordendo os lábios, mas com os olhos lacrimejando e os ombros tremendo.
— Céu... — minha voz saiu grave, de aviso. — Quantas vezes você já fez isso?
Ela virou o rosto devagar, os olhos nublados de desejo e um medo genuíno.
— Nenhuma.
O mundo parou. Sentei-me na cama de uma vez, passando a mão pelo cabelo, sentindo o choque percorrer minha espinha. Olhei para aquela mulher maravilhosa, nua na minha frente, e a ficha caiu com o peso de uma viga de aço bem na minha cabeça.
— Puta que pariu... — soltei, encarando o teto.
Eu tinha levado uma virgem bêbada e pichada para a cama achando que era uma noite de vingança, mas acabei de descobrir que o projeto era um patrimônio histórico intocado. E agora? Meu pau latejando tanto que chegava a doer, e cobri o rosto com as mãos. Decepcionante.
— Você é virgem. E está bêbada pra cacete — rosnei para o teto. — Eu sou um canalha, mas não sou um estuprador.
— Não faz isso! — ela se sentou na cama com as apernas abertas com a buceta ali, exposta, vermelha e brilhando de excitação, um convite visual para a minha destruição e os seios fartos a mostra com os bicos rígidos. — Você deve morar nesse lugar porque atende velhas ricas, e todo tipo de pessoa e agora quer dar uma de santo? Eu tenho o dinheiro!
Olhei para aquilo, para ela, e juro que tive que fazer uma força sobre-humana para não me enterrar nela e esquecer o amanhã. Mas eu sou um Blackwood. Eu domino as situações, elas não me dominam.
— Vou fazer um café — anunciei, levantando-me e vestindo uma calça de moletom tentando ignorar a ereção que quase rasgava a malha — Você vai tomar, vai sobressaltar e, se amanhã você ainda quiser me pagar para eu te foder, a gente conversa.


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