POV/ ROCCO
Ela soltou um suspiro sibilante, a voz falhando em um sussurro arrastado:
— Senhor...
Sem perder mais nenhum segundo, a minha bela impaciente levou o vibrador direto para dentro da calcinha vermelha. Sorri por trás da máscara com a urgência dela. O contraste daquele aparelho de silicone roxo sumindo sob a renda escarlate, apoiado contra a brancura da pele dela, era uma visão totalmente tentadora.
— Agora pressione em seu clitóris e passe por toda a sua boceta, entendeu? Só sinta. Pense no que te excita. Foco — comandei, estreitando os olhos por trás das frestas do couro da máscara.
Ela soltou um arquejo alto e tentou fechar os joelhos, o corpo reagindo em um reflexo de defesa contra a força da vibração que sacudia a sua intimidade.
Levantei o chicote e bati com a ponta macia na lateral da coxa dela, gerando um estalo seco que ecoou no teto da suíte.
— Pernas abertas — ordenei, aproximando-me do limite do colchão e batendo novamente com o couro macio entre as pernas dela para marcar o comando. — Eu mandei você ficar aberta para mim. Você faz o que eu ordeno aqui dentro.
Ela soltou um grito agudo que misturou o susto com o êxtase, escancarando os joelhos de volta e movimentando o vibrador em círculos sob o clitóris encharcado. Os gemidos dela ficaram altos, graves e arrastados, as costas se arqueando na cabeceira de madeira enquanto o corpo entrava em espasmos provocados pela vibração constante. O calor do quarto parecia subir a cada segundo, abafando o ambiente com o perfume doce de morango que exalava dos poros dela.
— Pense no que te excita.
A Sky jogou a cabeça para trás, os cabelos ruivos colando no suor da testa branca, e soltou em um fio de voz completamente entregue e necessitado:
— Ai... Rocco...
Caralho. Ela estava pensando em mim. No Rocco real, não no Hades. Não no Gael... em mim.
Meu coração parou por um microssegundo antes de bombear o sangue com uma violência absurda pelas minhas artérias. O desejo ardente de tomá-la ali mesmo quase me fez rasgar a máscara. e gritar. "Sou eu amor, te quero"
Deixei o chicote cair sobre a poltrona e levei a minha mão direita até o meu próprio torso. Deslizei os dedos firmemente pela minha camiseta, descendo pelos gomos tensos da minha barriga, sentindo a pele queimar de ansiedade. Enfiei a mão na calça de moletom e puxei o meu membro ereto para fora. Ele estava completamente rígido com as veias grossas totalmente saltadas e a cabeça brilhando de lubrificação, latejando de tanto tesão.
Aproximei-me da beira da cama de casal e comecei a me masturbar com força, fechando a minha palma grande ao redor da base quente e subindo até o topo úmido, com os olhos cravados em cada reação dela. O cheiro de morango e sexo se intensificou, inundando o meu nariz e me deixando zonzo. A Sky apertava a estrutura da cabeceira com os dedos, esmagando a madeira enquanto rebolava contra o silicone roxo, buscando aliviar a queimação da boceta depilada e extremamente rosa.
Ela começou a tremer na iminência do clímax, o corpo todo se esticando sob o lençol branco. Assustada com a força do próprio ápice, ela tentou afastar a varinha, puxando a mão para longe da calcinha para interromper o estímulo. Dei um passo à frente no tapete felpudo, invadi o espaço dela e segurei o pulso dela com firmeza, bloqueando a fuga e empurrando o vibrador de volta para o mesmo lugar.
— Não para! Não para, não para! — ordenei com a voz rouca e autoritária, mantendo a mão dela presa sob o meu domínio.
Acelerei o movimento na minha própria haste dura, sentindo a pele esticada friccionar com urgência, assistindo àquela ruiva maravilhosa entrar em convulsão sob o meu comando. O ápice me atingiu com uma força devastadora, quebrando as minhas últimas defesas. Soltei um urro grave, um rosnado animal que o modulador mal conseguiu disfarçar, e gozei pesado, deixando o jato espesso e quente de sêmen atingir o chão e o tapete ao lado do colchão.

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