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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 151

POV: ROCCO

— Sério?

— Eu não sou mulher de brincadeiras, Blackwood.

Segurei a barra da minha camisa preta de linho, puxei a peça de uma vez por cima da cabeça e a joguei em algum canto do chão da cozinha, expondo o meu peito largo e os músculos rígidos.

A Sky lambeu os lábios de novo, visualizando o alvo. Ela enfiou a colher no sorvete, pegou uma quantidade generosa da massa gelada e, sem nenhum aviso, espalhou o doce direto na linha do meu pescoço, descendo a textura congelada pelo meio do meu peito.

O IMPACTO do frio extremo contra a minha pele quente me fez soltar um arquejo pesado, o meu estômago se contraindo na mesma hora. Antes que eu pudesse protestar, a Sky avançou com a boca, passando a língua gelada por todo o rastro do sorvete, chupando a minha pele com uma urgência faminta que fez todos os pelos do meu corpo se arrepiarem.

— Dizem também que tomar sorvete assim é mais gostoso — ela sussurrou contra o meu peito, o hálito quente dela contrastando com a textura congelada que ainda escorria pelos meus gomos abdominais.

— Ah é? — rosnei, cravando as minhas mãos na cintura farta dela, sentindo o meu p pulsar dentro da calça de moletom, ficando duro feito pedra no mesmo milésimo de segundo. — Mais gostoso?

Ela deu uma colherada de sorvete, deixou o pote de lado, ergueu o rosto rápido e colou a boca na minha. O beijo foi um choque térmico violento. A língua dela estava congelada por causa do doce, contrastando de forma absurda com o calor de brasa que queimava dentro da minha boca e do meu sangue. Eu a apertei mais forte contra mim, sentindo a minha cabeça girar com o gosto de creme.

No meio do beijo, a Sky deslizou a mão direita para baixo, tateando a minha perna por cima do tecido até que os dedos pequenos dela se fecharam direto em volta do meu membro ereto. Ela apertou com firmeza, testando o volume que latejava contra a calça.

O choque elétrico quase me fez perder o réu primário ali mesmo. Segurei o pulso dela com força controlada, travando o movimento da mão dela antes que o meu autocontrole fosse reduzido a pó.

— Não, espera — eu disse, a respiração totalmente cortada e curta. — A gente não precisa... — Falei sem nem raciocionar, porque eu não queria esperar, eu precisava enfiar o meu p dentro dela para reivindicá-la como minha.

A Sky revirou os olhos castanhos, bufando de frustração.

— Precisa, e eu quero.

— Mas...

— Mas nada. Pelo amor de Deus, Rocco! Teve tanta chance de me comer e não me comeu. Então acho que é destino, né? De todo jeito, mesmo bêbada ou sóbria, eu acabo voltando para você. Mas se você não quiser agora, avisa, porque eu vou ligar para o Gael, talvez ele esteja disponível.

Ouvir aquela frase sobre outro homem fez o meu cérebro entrar em combustão espontânea. Puxei o braço dela com um safanão firme, colando o corpo dela contra o meu com total autoridade, e coloquei as duas mãos ao redor da cabeça dela, obrigando-a a me olhar.

— Olha aqui, Bittencourt. Eu sou muito ciumento. E eu sou muito possessivo. Você não vai ligar para porra de lugar nenhum e não vai atrás de nenhum outro homem, você nem vai pensar em outro homem.

A Sky não se assustou com o meu rosnado de dominador. Pelo contrário. Um sorriso ladino e vitorioso surgiu nos lábios dela. Ela se afastou e pegou uma colher de sorvete, colocou na boca com a maior calmaria do mundo e me encarou de baixo.

Segurei a cabeça dela novamente, puxando-a para mim e enfiando os dedos nos fios ruivos, e esmaguei a minha boca na dela em um beijo bruto, territorial e violento, punindo a audácia daquela ameaça até sentir o corpo dela amolecer por inteiro nos meus braços.

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