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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 152

POV: ROCCO

Ela esticou a mão, pegou mais uma colherada de sorvete de creme e me encarou de baixo. Ela lambeu os próprios lábios devagar e voltou a focar o olhar direto na minha rigidez exposta.

Sem nenhum tipo de cerimônia, ela se aproximou mais, ficando bem no vão das minhas pernas abertas em cima do mármore. A Sky abriu a boca e envolveu o topo do meu p com os lábios gelados.

O IMPACTO daquele choque térmico me fez soltar um gemido abafado e violento, a minha cabeça caindo para trás enquanto as minhas mãos cravavam na beirada da mesa de pedra. A boca dela estava fria como o inverno, contrastando com o calor de brasa que queimava o meu sangue por dentro. Eu preferia morrer sem ar do que mandá-la parar. Ela passou a língua gelada pelo comprimento, testando o terreno com uma curiosidade inocente que quase me fez desmaiar de tesão.

Ela retirou a boca devagar, deixando o meu membro brilhando pela umidade, e olhou para cima com um sorriso travesso que desarmou qualquer resquício da minha pose de CEO.

— Sabe, Blackwood... eu nunca tinha feito isso direito, mas agora eu decidi que quero tomar o meu sorvete com o Cascão — ela soltou, sustentando o meu olhar. — Um Cascão bem grande e recheado.

Eu soltei uma gargalhada alta, uma risada genuína que ecoou pela cozinha fria da cobertura. A piada dela era absurdamente brega, mas vindo daquela ruiva desastrada, foi a coisa mais fascinante que eu já tinha escutado na vida.

— Você é muito brega, Bittencourt — rebati, o peito subindo e descendo rápido enquanto tentava recuperar o fôlego.

Ela não ligou para o meu comentário. A Sky pegou um pouco de sorvete com os dedos e passou a massa congelada direto na cabeça do meu p, espalhando o creme por toda a extensão sensível da pele enquanto me segurava firme.

A SENSAÇÃO causou uma tempestade de estímulos na minha consciência. Era um desconforto absurdo por causa do frio extremo, mas era gostoso demais, uma queimação intensa que fez o meu membro latejar com ainda mais força, quase rasgando de tanta pressão.

Todos os pelos do meu corpo se arrepiaram novamente.

Ela envolveu a intimidade de novo com a boca, deixando a língua gelada deslizar pela cabeça melada de creme, e soltou uma pergunta abafada:

— É assim? Me ensina a te dar um orgasmo?

Eu soltei outro gemido alto, a minha sanidade escorrendo pelo ralo da cozinha.

Segurei as bochechas dela com uma força controlada, obrigando-a a manter a posição.

— Primeiro, cuidado para não morder — comandei, a voz saindo em um rosnado curto e totalmente rouco. — Use os lábios para sugar. Deixa a boca em formato de O e passa a língua ao redor quando descer.

A Sky obedeceu, assumindo o comando com uma rapidez deliciosa. Ela começou a fazer o boquete exatamente do jeito que ensinei, deslizando a boca quente por fora e gelada por dentro, sugando com uma pressão que fez a minha espinha travar por completo. Eu enfiava os meus dedos nos fios ruivos dela, controlando o ritmo enquanto os meus gemidos ruidosos preenchiam o silêncio da noite.

Para completar a minha destruição, segurei a mão pequena dela e a guiei até a base do meu membro.

— Passa a mão aqui... aperta e escorrega o corpo do pau junto com a boca — ditei, arqueando as costas no mármore.

Ela começou a massagear a base com firmeza enquanto a boca trabalhava no topo. O atrito carnal da pele dela contra a minha rigidez me levou ao limite do autocontrole. Eu gostava daquilo, estava amando a forma como ela me apertava. O Imperador do subsolo tinha sido totalmente colonizado por uma virgem desastrada, na mesa da cozinha.

A Sky parou o movimento por um segundo, retirando o meu p da boca com um estalo úmido, e olhou para cima, soltando uma risadinha vitoriosa ao ver a minha cara de total derrota sensorial.

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