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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 192

POV: MOON)

Acordei no susto, com o corpo inteiro sobressaltado e o coração disparado contra as minhas costelas. O quarto estava imerso em uma escuridão total, cortada apenas por um zumbido insistente e irritante que vinha direto do colchão.

Demorei alguns segundos para me localizar no espaço, sentindo a minha pele grudenta de suor frio, enquanto a tontura residual do vinho cobrava o seu preço. O barulho de vibração continuava. Tatiando o lençol com a mão trêmula, meus dedos encontraram o aparelho. Não era o meu celular pessoal. Era o aparelho descartável que a Eleonora tinha me entregado no Ambrosia Club.

Estiquei o braço e peguei o celular que ganhei no Ambrosia. A tela brilhava no escuro, exibindo duas mensagens não lidas de um número restrito.

"Onde você estava?", dizia a primeira, enviada horas atrás. "Cadê você?", exibia a segunda.

— Aii meu Deus!! — sussurrei, passando a mão pelo rosto, — Esqueci de avisar que iria sair.

Um som baixo de respiração pesada veio do canto do quarto.

Me assustando.

Soltei o celular em cima do lençol, sentindo meu coração bater acelerado de medo. O ar frio do quarto pareceu congelar os meus pulmões no mesmo segundo.

Tinha alguém aqui!!

Droga!!

Virei o pescoço devagar para todos os lados escuros do meu quarto, tentando forçar a vista no meio daquele breu. Na poltrona de madeira que ficava perto da janela, camuflada perfeitamente na escuridão densa da noite, havia uma silhueta masculina gigantesca.

Havia mesmo alguém ali.

Pisquei algumas vezes e cocei os olhos, na tentativa de ver melhor, rezando para ser apenas uma ilusão causada pelo sono e pelo álcool. Mas a presença ainda continuava ali, imóvel, me observando.

Droga!!

Estiquei o braço esquerdo com rapidez, tateando a parede com os dedos trêmulos em direção ao interruptor da lâmpada, necessitando desesperadamente clarear o ambiente para afastar o pavor que subia pelo meu peito. Minhas unhas arranharam o gesso frio da parede, buscando o botão plástico.

— Nem tente acender a luz — a voz grossa, grave e absurdamente pesada veio direto da penumbra, ecoando pelo quarto com um tom tão cortante que o meu braço perdeu a força no mesmo instante, caindo inerte sobre o colchão.

Recolhi as pernas com pressa, arrastando o corpo para trás em um movimento desesperado até colar as minhas costas contra a cabeceira de madeira da cama. Eu estava vestindo apenas a calcinha e a blusa fina de alcinha, sentindo o ar frio do ambiente bater direto na minha pele exposta, o que me fez encolher ainda mais, tentando usar o lençol para cobrir as minhas pernas nuas.

— Quem é você? Como você entrou aqui? — perguntei. Minha voz saiu falhada, um chiado trêmulo e sufocado que mal conseguiu vencer a distância entre nós.

O vulto se mexeu na poltrona de madeira perto da janela. O estalo seco do couro pesado da roupa dele ecoou alto no silêncio do quarto.

— Eu sou o Senhor C — ele respondeu, arrastando as palavras com uma calma calculada que me deixou ainda mais aterrorizada. — E você devia ser muito mais cuidadosa ao fechar a porta da sua casa, ratinha.

— Isso não te dá o direito de invadir minha residência — confrontei, tentando segurar o choro que ameaçava descer.

— Eu mandei mensagens. Você não me respondeu. Fiquei preocupado com o seu sumiço e vim conferir a situação pessoalmente.

— Mesmo assim, você não tinha o direito de entrar na minha casa desse jeito! — rebati, tentando buscar alguma força no meio do pânico, embora o meu corpo inteiro estivesse tremendo. — Vá embora agora! Eu não quero você aqui dentro! Saia!

— Eu tenho direito sobre tudo o que envolve você a partir de hoje.

— Digamos que eu estou bem perto de você — ele sussurrou muito perto do meu ouvido, a voz grave fazendo a minha espinha enrijecer no mesmo segundo. — Eu já falei que não vou te machucar, ratinha. Mas eu dei uma ordem clara nas mensagens. Se você não me obedecer a punição vai ser dobrada.

Minhas forças sumiram por completo diante daquela pressão física bruta e da ordem curta. Minha testa continuava colada no lençol, o coração disparado em pancadas pesadas dentro do peito, totalmente dominada pelo peso dele sobre mim.

— Tá, eu faço o que você quiser, mas se me machucar eu vou à polícia.

— Contando que você vá sobreviver — ele retrucou com uma frieza cortante que me fez estremecer.

Mexi na cama, assustada, tentando de qualquer forma diminuir o contato do corpo dele contra o meu, mas o tamanho dele tornava qualquer movimento impossível.

— Calma — ele aliviou um pouco a pressão nas minhas costas e passou as mãos pelos meus cabelos carinhosamente, um toque suave que contrastava brutalmente com a violência daquela invasão. — Eu prezo pelo seu bem-estar. Corrigindo o que disse: contando que você não goste, pode me denunciar se quiser.

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NOTA DE AUTORA 🚨😱 💣

MEU DEUS DO CÉU! OFICIALMENTE ENCURRALADA! ⛓️ de 🫣

Esse capítulo elevou o nível do Dark Romance ao limite! O Senhor C invadiu o quarto da Moon, usou o tamanho gigante dele para imobilizar a nossa ratinha e a deixou algemada na cabeceira da cama! A punição vem aí e o bicho vai pegar fogo! 🔥 de 👥

Eu quero muito saber de vocês: O QUE VOCÊS ACHARAM DA ATITUDE DELE? 😱 de 💬 Vocês acham que ela vai descobrir a identidade do carrasco dela ou vai continuar presa nesse labirinto no escuro? 👑 de 🦅

Deixem aqui embaixo as suas impressões e teorias! Não esqueçam de CURTIR, DEIXAR SEU COMENTÁRIO e AVALIAR A OBRA PRINCIPAL na plataforma para me ajudar a trazer o próximo capítulo voando! 👇 de 💬🔥

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