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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 194

POV/ Moon

— Não. — Balancei a cabeça negativamente várias vezes contra o travesseiro, desesperada com a direção que aquilo estava tomando.

Ele riu novamente, um som baixo de pura diversão cruel. Enquanto alisava a minha bunda, a mão enluvada dele foi subindo por baixo da minha blusa de alcinha até chegar no meu pescoço.

Os dedos dele apertaram a meu pescoço com uma pressão leve, apenas o suficiente para me imobilizar. Ele passou os dedos por minhas orelhas, se inclinou e beijou exatamente ali, me fazendo estremecer inteira. Logo depois, desceu as mãos novamente, indo para a outra nádega e apertando com força.

— Vamos tirar a prova então — ele ditou.

— Não! — gritei, começando a me debater contra o colchão.

Por que caralhos eu estava me debatendo?

Eu sabia o motivo. Estava lutando porque, se ele colocasse a mão ali, veria o tamanho da minha traição física.

Veria que eu tinha reagido ao castigo.

Gostar era uma palavra muito forte, eu jamais admitiria aquilo, mas a verdade era que eu não tinha odiado o toque dele, e eu não fazia a menor ideia de como explicaria essa confusão mental a um maldito stalker mascarado.

Ele não deu a mínima para os meus protestos. Com uma facilidade humilhante, o homem segurou as minhas duas pernas por trás, usando os braços robustos para travar os meus tornozelos. Ainda me mantendo de bruços, ele forçou as minhas coxas para os lados, abrindo as minhas pernas por completo em cima da cama.

Senti a mão dele deslizar por cima do tecido fino da minha calcinha, pressionando o pomo do polegar direto contra a minha intimidade. O tecido estava úmido. Antes que eu pudesse fechar as pernas, ele puxou o elástico da calcinha de lado, expondo a minha nudez por completo no escuro do quarto.

— Não! Não! — gritei, tentando puxar os meus pulsos presos nas algemas, fazendo a madeira da cabeceira ranger alto.

O gigante subiu na cama, posicionando o corpo robusto diretamente por cima das minhas coxas abertas. Senti o calor imenso da jaqueta de couro dele pressionar a minha pele. Ele se abaixou completamente entre as minhas pernas e, sem qualquer pressa, cheirou a minha boceta, enchendo os pulmões com o meu aroma antes de passar a ponta do dedo indicador bem no meio dos meus lábios internos.

— Molhada — ele afirmou, a voz saindo arrastada por trás da máscara.

O sangue subiu direto para o meu rosto. Uma vergonha avassaladora me cobriu por inteira, fazendo o meu peito queimar. Eu estava exposta, indefesa e completamente denunciada pelas reações do meu próprio corpo.

Sem me dar tempo para respirar, ele empurrou o dedo para dentro de mim em um movimento firme. Soltei um arquejo agudo, o meu ventre se contraindo inteiro ao redor do toque dele. Ele girou o dedo ali dentro uma única vez, recolhendo a minha umidade, e puxou a mão de volta.

No silêncio pesado do quarto, ouvi perfeitamente o estalo estalando os lábios dele. Ele tinha levado o meu lubrificante direto à boca, experimentando o meu gosto por cima da fresta da máscara.

— Gostosa — ele murmurou, a voz grave vibrando com uma luxúria pesada. — Na próxima vez eu vou te chupar inteira, ratinha. E você vai gozar direto na minha boca.

Minha respiração ficou totalmente truncada. O nível de intimidade daquela promessa fez a minha cabeça andar para trás. Mas o tom dele mudou no segundo seguinte, voltando a ficar frio e perigoso.

— Alguém já te toucou aqui antes? — ele perguntou, pressionando o quadril contra as minhas pernas.

— Sim! — gritei de volta, em um impulso desesperado de raiva, querendo ferir o ego dele ou fazê-lo se afastar de mim de qualquer maneira.

O impacto veio na mesma hora, muito mais forte e ríspido do que todos os outros anteriores. A palma da mão dele desceu com violência contra a minha nádega esquerda, deixando um estalo que pareceu ensurdecedor no quarto.

— Não aprendeu a lição não, é, ratinha? — ele rosnou, o tom perigosamente baixo perto da minha nuca. — Mentir para mim só vai piorar as coisas para o seu lado. Então eu vou te dar uma marca que vai te fazer lembrar de falar a verdade.

Antes que eu pudesse entender o que ele faria, o homem se inclinou sobre o meu quadril. Senti a pressão ríspida dos dentes dele contra a minha pele. Ele cravou os dentes com força na minha nádega esquerda, me dando uma mordida profunda.

Doeu para caralho.

Um grito de dor pura escapou da minha boca, minhas mãos se fechando em punhos dentro das algemas enquanto as lágrimas borravam a minha visão no escuro.

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