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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 210

POV/ Senhor C

Afrouxei a fivela com um movimento rápido e removi a bola de borracha da boca dela. Moon soltou uma lufada de ar pesada, movendo a mandíbula por alguns segundos para aliviar a pressão do plástico. Aproximei o meu rosto do dela, observando a linha dos seus lábios vermelhos e desalinhados.

— O que você achou, ratinha? — perguntei, a minha voz saindo grave.

— Foi... uau — ela arfou, os olhos verdes fixos nos furos da minha máscara. — Foi a coisa mais incrível e intensa que eu já senti na minha vida.

Soltei uma risada curta, sentindo o meu peito vibrar contra o dela.

— Isso não foi a coisa mais intensa, ratinha. Porque você não tem a menor ideia do que eu vou fazer com você a seguir.

Passei os dedos enluvados pela lateral do rosto dela, limpando o rastro da lágrima seca.

— Você está bem? — questionei.

— Estou — ela respondeu em um fio de voz.

— Eu já te falei uma vez e vou repetir agora: eu nunca vou machucar você de verdade. Mas isso não significa que eu não vá te causar dor. A dor não é uma coisa ruim, entende? Ela te acorda. Ela te faz sentir viva. Posso fazer você se sentir assim novamente?

Moon sustentou o meu olhar e, de um jeito inesperado, deu uma piscada leve para mim. Um meio sorriso trêmulo surgiu no canto da boca dela.

— Se eu disser que não... você vai parar?

Eu ri alto da audácia dela, apreciando aquela fagulha de petulância que eu adorava esmagar.

— Nunca. Só vou parar quando você desmaiar nos meus braços.

— Você é louco... — ela murmurou, o sorriso se abrindo um pouco mais entre a respiração sôfrega.

— Por você, ratinha. Só por você.

Me aproximei ainda mais do corpo dela, fazendo a estrutura da cama de madeira ranger sob o meu peso. Peguei a tesoura que estava caída no lençol. Segurei o tecido da meia arrastão na altura da coxa dela e rasguei a malha com as mãos, expondo ainda mais a pele clara. Em seguida, deslizei a lâmina de metal por baixo da seda da calcinha preta e cortei o fundo do tecido com um estalo seco. Moon soltou um gemido sutil quando eu a puxei um pouco mais para baixo no colchão, ajeitando o corpo dela na posição que eu queria.

Subi na cama, abrindo as minhas pernas para me posicionar exatamente no meio das coxas abertas dela. Liguei a Violet Wand novamente. O zumbido elétrico preencheu o espaço e a faísca azulada brilhou na penumbra do abajur. Comecei a passar o eletrodo de vidro lentamente pelas pernas brancas dela, descendo pelos tornozelos, subindo pela sola dos pés, riscando a linha da barriga até alcançar a pele sensível do pescoço. O corpo dela inteiro tremia com os pequenos estímulos.

— Coloque a língua para fora, Moon. Agora — ordenei, inclinando o meu tronco.

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