Entrar Via

A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 211

POV/ Senhor C/ Christian

Os nossos lábios se separaram devagar. Firmei o peso do meu corpo usando apenas o meu braço direito contra o colchão, mantendo a minha boca colada na dela em selinhos curtos e úmidos enquanto ela tentava recuperar o fôlego. Sem a máscara cobrindo o meu rosto, eu conseguia sentir o calor direto da pele dela contra a minha, enquanto a venda de seda preta mantinha os olhos dela totalmente no escuro.

— Abre as pernas para mim — ordenei baixinho contra os seus lábios.

Moon obedeceu como uma boa menina, forçando as articulações para os lados o máximo que a estrutura permitia, cedendo totalmente ao meu comando. Desci a minha mão esquerda pelo tronco dela, iniciando uma carícia firme sobre a pele quente. Continuei beijando a boca dela de forma possessiva, descendo os lábios pelo seu pescoço até abocanhar um dos seios, enquanto os meus dedos trabalhavam rápido entre as suas pernas. Minha mão espalmou sobre a sua intimidade, os dedos deslizando pela umidade que escorria abundante. Ela soltou um gemido sôfrego direto na minha boca quando comecei a acariciar seu clitóris com movimentos circulares.

Quanto mais eu acariciava sua boceta, mais molhada ela ficava, ensopando o couro da minha luva.

Afastei o meu corpo de cima dela com um movimento rápido.

— Eu preciso sentir o seu gosto — ditei, encarando a sua silhueta na penumbra.

— O que? — ela perguntou entre gemidos, a voz trêmula.

Me joguei para o pé da cama. Destravei os fechos da barra de metal que prendia os pés dela, libertando os tornozelos para ter mobilidade total, mas mantendo o vão das pernas aberto. Aproximei o meu rosto daquela região. O quarto estava escuro, mas os lábios da boceta dela eram pequenos, a entrada estreita e o clitóris miúdo. A pele clara, quente e sensível vibrava, escorrendo a umidade da excitação.

Passei a ponta da minha língua por toda a extensão daquela carne quente. Enrolei a língua e enfiei a ponta direto dentro do canal dela, sentindo o aperto imediato da musculatura. Segurei a cintura dela com as duas mãos, puxando o quadril dela contra o meu rosto para conseguir colocar a língua inteira ali dentro. Chupei, lambi, deixando a minha saliva molhar a virilha e a parte interna das coxas dela, dando pequenas mordidas na pele macia antes de voltar a pressionar o clitóris com a força dos lábios.

Com cuidado para respeitar a barreira física dela, introduzi apenas um único dedo longo na abertura estreita. Senti a membrana fina e elástica do hímen se esticar ao limite ao redor da minha pele, prendendo o meu dedo em um bocal apertado, mas sem se romper. Mantive o dedo fixo ali, fazendo uma pressão contínua contra a parede anterior do canal, estimulando o ponto exato enquanto a minha língua trabalhava sem parar no topo do clitóris.

O corpo de Moon esticou por inteiro no colchão, os dedos dos pés se contorcendo contra o lençol. Ela atingiu o orgasmo direto na minha boca, as paredes internas da sua carne se contraindo com uma violência absurda ao redor do meu dedo que eu mantinha cravado na entrada.

O corpo dela amoleceu logo em seguida, os músculos perdendo a força de uma vez enquanto uma lufada abundante de líquido quente jorrou direto contra o meu rosto, um jato instintivo e violento provocado pelo ápice do prazer daquela estimulação interna. Continuei sugando a região sem dar nenhuma trégua, lambendo e bebendo todo o líquido daquela liberação até limpar a pele alva por completo.

Subi o meu corpo novamente, colando a minha boca suja do gosto dela direto nos seus lábios em um beijo bruto e molhado. Minha mão continuou lá embaixo, os meus dedos voltando a circular o clitóris com movimentos rápidos.

— Seu gosto é maravilhoso, ratinha — sussurrei contra seus lábios, chupei sua língua e depois a beijei novamente. Ela, como uma boa menina, abriu a boca para mim, retribuindo o meu contato.

— AHHHH... — ela gemeu contra meus lábios. — O meu corpo inteiro pulsa.

Sorri contra os lábios macios e molhados dela, enquanto minha mão descia novamente para sua intimidade.

— Tá doendo? — perguntei.

— Um pouquinho — ela murmurou entre o beijo, tentando desviar o rosto de forma sôfrega.

— Tá sensível, ratinha. Mas esse é o seu castigo — respondi contra a pele da bochecha dela, sentindo o suor colando os nossos rostos.

Voltei a morder o pescoço e os seios dela, mantendo o ritmo da carícia lá embaixo. Enfiei apenas um dedo de forma lenta e cuidadosa dentro do canal dela novamente, respeitando o aperto nítido da sua virgindade, movendo o couro da luva devagar enquanto pressionava a parte de cima com o polegar. Moon arqueou o tronco de forma violenta, soltando um grito alto e agudo que ecoou pelo quarto escuro. O corpo inteiro dela começou a tremer em espasmos involuntários, as pernas sacudindo sem nenhum controle sobre o lençol.

Soltei uma gargalhada, totalmente satisfeito com o estrago que estava causando. Desci a minha boca rapidamente até a intimidade dela outra vez, desferindo pequenas mordiscadas direto no clitóris inchado, aproveitando a contração involuntária daquela carne que pulsava sem parar.

— Para... por favor, para — ela implorou com a voz sumida, tentando fechar as pernas e apertar os joelhos, mas os músculos dela não respondiam aos comandos.

Ignorei o pedido. Mantive a pressão da língua e dos dedos, empurrando o corpo dela direto para uma sequência de orgasmos múltiplos. Moon continuou se contorcendo inteira, os espasmos sacudindo os seus membros enquanto ela respirava alto, soltando gritos agudos e agitando a cabeça de um lado para o outro no travesseiro, completamente dominada pelo prazer que a esmagava.

— AHHHHHH... — o corpo dela sacudia e as pernas mexiam involuntariamente.

Após alguns segundos, dei dois t***s em sua boceta e ela mexeu as pernas.

— É minha. Toda minha... entendeu?

— Sim, entendi... — ela disse enquanto tentava respirar profundamente.

— Ótimo, quando eu disser algo para você fazer, você vai fazer. Entendeu? — Bati novamente em sua coxa, um pouco mais forte.

— Sim...

— Amanhã você vai usar o dinheiro e vai comprar roupas novas, nenhuma curta demais, e uma cama nova, ok?

— Não posso.

— Pode sim — subi minha boca para seu pescoço, passei a língua experimentando seu suor. — Pode e vai! Entendeu?

— Não posso — ela gemeu contra meus lábios.

— Por quê?

— Quando meu pai receber alta vamos precisar para pagar as enfermeiras, os remédios... não posso gastar à toa.

— Entendi — passei os dentes pelo pescoço dela sem morder e ela se arrepiou por inteiro. — Vou cuidar do seu pai, da sua casa e da sua família, igual o Dom da sua irmã quer cuidar dela.

— Não posso aceitar.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário