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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 223

POV/ ROCCO

— O quê?... — ela perguntou baixinho novamente, virando o rosto de leve para o lado, os olhos castanhos tentando focar em mim no meio da penumbra vermelha. — As minhas pernas estão formigando inteiras, Rocco. E a minha bunda está ardendo demais.

— E você achou isso ruim, Bittencourt? — perguntei, dando um passo à frente e segurando os tornozelos dela.

— Não... não foi ruim. Foi bom. Uma dor gostosa — ela confessou entre dentes, fechando os olhos enquanto engolia em seco.

Não esperei ela se recuperar. Segurei as pernas grossas dela e a puxei com força firme em direção à beirada da cama, fazendo o corpo farto deslizar pelo lençol escuro. Em um movimento rápido, virei o corpo dela de barriga para cima, deixando os seios fartos totalmente expostos ao teto e apontando para mim. Puxei as pernas dela para cima, dobrando os joelhos contra o peito dela e arreganhando a boceta dela por completo.

Espalmei as minhas duas mãos grandes em cima daqueles seios fartos, apertando a carne macia com vontade, sentindo o bico rígido arranhar as minhas palmas. Desci a minha boca direto para o pescoço dela, deixando beijos pesados, mordiscando a pele clara e cravando os dentes de leve na linha da clavícula, arrancando gemidos agudos da garganta dela.

Ajustei a minha posição entre as coxas dela, com o meu pau latejando e esticando o limite da camisinha. Segurei firme na base do quadril dela e enfiei a minha rigidez direto para dentro da b***** dela. O impacto foi bruto. A boceta apertada dela se contraiu inteira ao me receber, e a Sky soltou um grito alto que ecoou pelas paredes do quarto vermelho, o corpo sofrendo um solavanco violento.

Comecei a penetrar ela com força total, ditando um ritmo rápido e impiedoso. A minha mão direita continuava apertando um dos seios dela, enquanto a outra segurava o ombro dela contra o colchão. Eu subia e descia o meu quadril em estocadas profundas, sentindo o calor abrasador daquela intimidade me consumir por completo. A Sky gemia alto, jogando a cabeça para trás, as mãos dela apertando os meus ombros nus enquanto os nossos corpos colidiam com um som úmido e violento.

Era uma cena forte, carregada de uma emoção que eu não conseguia colocar em nenhuma planilha de custos. Eu a puxava para cima pelos seios, forçando o encaixe a ficar ainda mais profundo, esmagando a carne dela contra a minha até sentir o corpo dela começar a tremer inteiro debaixo do meu comando.

No meio daquela foda insana, a Sky me puxou pela nuca e colou a boca dela na minha. Juntei os nossos lábios em um beijo quebrado, bruto, devolvendo a intensidade na mesma moeda. Mordi o lábio inferior dela, sentindo o gosto metálico do desejo, enquanto as mãos dela subiam pelo meu pescoço, arranhando de leve a minha pele.

Ela afastou o rosto por um milímetro, arquejando, o peito subindo e descendo em lufadas rápidas de ar.

— Isso é só uma sessão, Blackwood... — ela soltou com a voz trêmula, os olhos castanhos focados nos meus. — Depois, eu vou voltar a te odiar.

Sustentei o olhar dela, sentindo um arrepio incômodo na nuca, mas mantive o meu controle.

— Está tudo bem, Bittencourt — respondi, a voz saindo rouca e firme. — Eu não esperava nenhuma reação diferente vinda de você.

Segurei a cintura dela com força e a puxei para cima, mudando a nossa dinâmica na cama. Sentei-me no colchão e escorando as minhas costas e a minha cabeça direto contra a cabeceira de ferro maciço do quarto. A Sky entendeu o comando mudo. Ela se moveu com as pernas bambas, subiu no meu colo e sentou de uma vez em cima do meu pau, se preenchendo por completo.

Ela se sentou no meu colo e começou a cavalgar no meu membro com uma urgência que destruía qualquer lógica. Os nossos corpos se fundiram em um ato violento, cru, mas que transbordava um amor visceral que nenhum de nós dois tinha coragem de admitir em voz alta. Eu apertava os seios fartos dela com as duas mãos, subindo o meu tronco para morder os lábios dela e buscar a boca dela em beijos famintos.

A Sky atingiu o ápice ali mesmo, em cima de mi m. O corpo dela travou por completo e ela começou a gozar e a tremer de forma descontrolada sobre o meu colo, as paredes da b***** dela me esmagando em espasmos rápidos. Ela soltou um gemido longo e desabou o peso do peito contra o meu, exausta.

Ela fez menção de se mover, tentando sair de cima do meu quadril, mas o meu instinto possessivo falou mais alto.

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