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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 288

POV: ROCCO

A Sky continuava montada em mim no sofá, cavalgando no meu colo com uma selvageria que me fazia perder os sentidos. O quadril dela subia e descia sem trégua, jogando o corpo para a frente e para trás, fazendo a nossa umidade estalar na penumbra da sala. Ela cravou as unhas compridas nos meus ombros nus, rasgando a minha pele, deixando marcas ardidas que só aumentavam a minha sede por ela. O cabelo ruivo e molhado chacoalhava, batendo no meu peito enquanto ela soltava gemidos altos, descarados, sem vergonha nenhuma de ser ouvida.

Sentir a boceta dela me apertando a cada descida era uma tortura maravilhosa. A musculatura da vagina dela parecia uma garra, espremendo o meu pau a cada cavalgada.

Segurei o quadril dela com força, interrompendo o movimento por um segundo. A minha respiração veio pesada, rascante na garganta. Encarei aquele rosto ruivo, os olhos verdes dela dilatados de tesão.

— Agora eu vou te comer de quatro — decretei com a voz rouca, dominadora, sem dar espaço para qualquer objeção.

Ajustei a pegada na cintura macia da Sky e, sem desfazer o nosso contato por mais do que um segundo, ajudei o corpo dela a girar no estofado largo do sofá. Pousei os joelhos dela no couro e a firmei de quatro sobre as almofadas, mantendo o quadril dela erguido na minha direção.

Ver a minha mulher naquela posição, entregue, arrepiada da cabeça aos pés e arqueada para mim, fez o meu sangue ferver de vez.

Encaixei o meu corpo de volta ao dela, afundando o meu membro na umidade quente do seu centro com um impulso firme. A Sky soltou um grito abafado contra os braços do sofá, cravando as unhas no tecido. Segurei a cintura dela com as duas mãos, ditando o ritmo pesado das estocadas por trás.

A minha palma direita subiu e estalou firme na carne macia da bunda dela. O som seco ecoou pela sala, e a pele dela avermelhou no mesmo instante sob o meu toque.

— De quem você é, Sky? — rosnei contra a nuca dela, a minha voz saindo rouca, falhada pela descarga de adrenaline.

— Sua... — ela arfou, jogando a cabeça para trás, a respiração totalmente descontrolada.

— De quem você é?

— SUA ROCCO! TODA SUA! — Ela gritou

— De quem é essa boca, esse corpo, tudo o que tem em você?

— Seu! Tudo seu!

Gostei da resposta. Espalmei a minha mão ao redor da garganta dela com uma firmeza controlada, sem tirar o ar, apenas segurando a pele quente enquanto a minha outra mão continuava cravada no quadril dela. Inclinei o meu rosto e passei a língua pela linha da espinha dela, deixando beijos molhados e mordidas fracas na curva do seu pescoço.

— Eu te amo — sussurrei contra a pele quente dela, sentindo cada músculo do corpo dela tremer sob mim. — Eu amo você de um jeito doentio, garota. Quero fazer isso com você para sempre.

A Sky gemeu alto, me respondendo com um movimento contínuo para trás, buscando mais atrito, mais fricção, se ajustando ao meu ritmo até que a minha própria respiração virasse um rosnado grave no ouvido dela.

Mas eu queria olhar para o corpo dela de novo. Queria sentir a entrega de outro ângulo e ter o calor dela colado direto no meu peito.

— Vem aqui — comandei, puxando o corpo dela com autoridade.

Segurei o quadril dela com firmeza e a ergui, mudando a nossa posição no sofá. Sentei no estofado e a puxei de costas para mim, fazendo a Sky sentar direto no meu colo, com as pernas abertas sobre as minhas coxas e as costas coladas ao meu peito nu.

— Rebola no meu pau. Amor.

CAP. 311  — Eu amo você de um jeito doentio, garota. 1

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