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A Virgem Traída Contratou um Gigolô e Ele era um Bilionário romance Capítulo 31

POV/ ROCCO

O normal seria eu odiar cada célula daquela mulher. Mas eu só conseguia pensar no peso do corpo dela desfalecendo nos meus braços e na forma como ela me olhou antes de apagar. Eu definitivamente preciso de um banho. E de respostas. E talvez um psiquiatra. Só talvez.

Algum tempo depois, a médica me mandou uma mensagem avisando que a Sky estava estável. O pessoal começou a se dispersar entre risos e cochichos que me davam náuseas. Antes que saíssem, parei diante de todos, fixando meu olhar principalmente na garota de traços indígenas que parecia liderar as piadinhas.

— Aqui dentro temos um ambiente corporativo sério — minha voz saiu fria, cortante. — Bullying ou provocações são estritamente proibidos. A colega passou mal e isso poderia ter acontecido com qualquer um de vocês. Não haverá novos avisos sobre isso. Estamos entendidos?

O silêncio foi imediato. O grupo se dispersou rápido, sem mais gracinhas.

Nathan, que estava entrando no saguão após ter trocado de roupa, parou e me olhou de cima a baixo. Ele apontou para o meu terno imundo com uma expressão de descrença.

— Que porra aconteceu com você? Saio por alguns minutos e você é atropelado por um caminhão de lixo?

— Fui atropelado pelo mesmo caminhão que você — respondi, entredentes — só que, ao invés de café, era vômito.

Nathan travou por um segundo e então explodiu em uma gargalhada, tentando ser discreto, mas falhando miseravelmente.

— Caraca! Eu vou ter que pedir as filmagens para a segurança e colocar para rodar em loop no meu escritório. Isso é ouro!

— Idiota — sibilei, sentindo o tecido grudando na minha pele. — Vou para o meu escritório. Tenho outras roupas lá.

— Acho que você deveria era ir para casa, Rocco. Você está um desastre.

— Vou daqui a pouco. Agora vá com o Diego e se organize. Afinal, você será o supervisor de equipes desse projeto.

Virei as costas e segui para o elevador privado. Eu precisava me limpar, mas, acima de tudo, precisava tirar a imagem da Sky Bittencourt desmaiada da minha cabeça. O problema é que, quanto mais eu tentava, mais pensava nela.

Passei no escritório primeiro. Troquei o terno por um conjunto limpo, mas a pressa era tanta que nem terminei de abotoar os punhos.

Quando cheguei ao leito, Moon ainda não tinha voltado. Sky estava lá, ocupando o espaço da maca com suas curvas, pálida contra os lençóis brancos. Ela estava apenas de saia e sutiã preto; as manchas vermelhas subiam pelo colo e pescoço, onde o café fervente tinha atingido a pele claríssima dela.

Chamei a enfermeira e entreguei uma das minhas camisas sociais reservas que peguei no armário. — Vista nela. Não quero que ela acorde sentindo aquele cheiro.

Pelo visto, a garota ia fazer um estoque de roupas minhas.

Fiquei parado no canto, os braços cruzados, observando o soro. A médica se aproximou com a prancheta. — Ela teve uma crise de gastrite nervosa aguda. O estresse foi o gatilho, mas o quadro é preocupante. Ela está anêmica, com vitaminas no limite e o coração irregular por exaustão. Além disso, a pele dela é sensível demais; o café causou uma queimadura de primeiro grau na parte superior dos seios e no colo. Já aplicamos uma pomada.

Encarei o rosto dela, as sardas destacadas pela palidez. Como alguém chegava a esse estado? Era negligência. Com ela mesma.

Moon entrou esbaforida, segurando uma bolsa. Eu expliquei o que aconteceu e, ao ver a irmã naquele estado, ela levou as mãos à cabeça. — Meu Deus... a culpa é minha, nossa.

— O que você quer dizer com isso? — perguntei, direto. — Estamos passando por muitos problemas, senhor Blackwood. A Sky... ela assumiu tudo sozinha. Ficou sobrecarregada, sem dormir, sem comer direito e teve que fazer esse projeto novo em duas semanas, sozinha.

— Não interessa. Diga que a Blackwood preza pelo bem-estar dos funcionários selecionados.

— Mas, senhor...

— Mais nada. Faça o que eu ordenei.

Desliguei. Sentei no banco enquanto o carro acelerava rumo à pista de decolagem. Que porra estava acontecendo? Eu estava comprando remédio para uma garota que me chamou de gigolô, e ainda vomitou em mim e no meu relógio de dez mil dólares. Eu estava ficando louco.

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Vou tentar postar 3 cap. por dia. Não posso prometer mais que isso e vou tentar postar todos os dias. Tenho 4 histórias na plataformas e essa é derivado do universo O Bilionário Obcecado e a Babá virgem do clube proibido( Que é o ambrosia clube-) Então caso queira ler mais histórias eu recomendo ela está bem adiantada e não comentários negativos. Conta a história do Adrian & Clara.

Tenho outras 2 histórias de máfias com universo Interligado onde um tem uma lesão no Talámo e não sente amor, dor, essas coisas, mas ele se apaixona por uma garota que o salvou em um acidente e depois ele reencontrou ela após 15 anos e ela é a unica pessoa no planeta que consegue fazer ele sentir coisas. Conta a História de Heloise/ Lully & killian Moretti.

E a de um Psicopata Vingativo que sequestrou a filha do seu inimigo para torturá-la e estrupa-la, mas ele acbou se apaixonando- A que mais tem interação e retenção ela se Chama Sequestrada pelo o Mafioso pscicopata conta a História de Alessia & Dominc Ferraro.

ENTÃO SE SENTIREM SAUDADES LEIAM AS OUTRAS. 😘 OBRIGADA! E COMENTEM E AVALIEM A OBRA!!

Eu volto depois. Beijos da Autora. Eu. 💋💋💋

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